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A grande violência nas metrópoles brasileiras; (Vírgula) ação policial fraca diante desse problema e o pensamento retrógrado que o acesso mais fácil de armas elevam casos de homicídios, contornam uma discussão na qual é essencial o livre porte delas. Dessa forma, há uma dualidade em questão, (Sem vírgula) cujos argumentos contrários concentram sua defesa em possibilidades do aumento de mortes por revólveres e a contradição do desarmamento prosseguir menos conflitos, sendo que a violência alastra-se tal como uma metástase tumoral. Mas, (Sem vírgula) precisa-se entender que o Brasil possui várias deficiências em políticas públicas, bem como é direito do cidadão se proteger defronte as hostilidades.
Com base nessas considerações, é necessário apresentar o cenário brasileiro caótico. Logo, entra em questão o policiamento ainda diminuto, ausente em pontos mais vulneráveis (Quais?), totalizando uma ação fraca perante a veracidade e a agressão dos bandidos. Por isso, o acesso mais fácil à arma por parte da população cria uma atmosfera duvidosa frente à visão dos assaltantes, estupradores, pedófilos e outros maledicentes. Então, muito mais que defesa pessoal (Vírgula) é a precisão em estabelecer um equilíbrio social, ou seja, “bandidos” já têm uma aquisição de armas através do “mercado negro”, por conseguinte a população apenas estará possibilitada em acrescentar uma força maior diante do perigo. (Desenvolvimento limitado)
Nesse contexto, a Constituição Federal de 1988 normatiza o direito à segurança; (Víirgula) no entanto, na prática (Vírgula) isso não acontece, pois a defesa civil-militar não existe de forma quantitativa, qualitativa e eficiente. Além disso, a lei que busca anular o desarmamento visa contribuir à periculosidade contemporânea e percorrer os caminhos dos países ricos como: Estados Unidos, Noruega, Finlândia e outros. Para tanto, é imprescindível ao Brasil avançar, apoiando-se no ideal de uma nação mais segura, confiante e preparada para novos progressos. (Apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |