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A acachapante violência estampada nos jornais ilustra a rotina brasileira. A todo momento, (Sem vírgula) homicídios, latrocínios, assaltos ocorrem com em demasia no país, e esse contexto traz à tona o debate acerca do livre porte de armas, dadas as impotentes medidas de segurança nesses casos. Todavia, o armamento civil não é a solução mais adequada, podendo (Vírgula) inclusive, causar mais problemas nesse sentido.
Inicialmente, é imprescindível frisar que o Brasil sofre de uma longa crise sociopolítica e fatores como desigualdade social e precariedade em âmbitos educacionais enraízam (Vírgula) e no decorrer do tempo, sustentam o problema da violência. Assim, dar uma arma na mão de civil, (Sem vírgula) não torna mitigada a criminalidade, (Sem vírgula) somente pelo fato de que a arma de fogo representa autodefesa. (Reestruture as ideias desse parágrafo)
Outrossim, o livre acesso às armas não seriam apenas em prol da defesa pessoal. Tendo em vista que há um número expressivo de violência contra minorias, como a comunidade LGBT e negros, e ademais, (Reestruture) altos índices de violência no trânsito e contra a população feminina, o armamento civil fatalmente desencadearia um aumento de mortes nos meios supracitados, haja vista que são problemáticas constantes e com o advento da revogação do desarmamento, imperaria o caos social dentro do país. (Ideias pertinentes, porém precisam ser reestruturadas)
Desta forma, manter a população rigidamente fora do porte de armas garantiria nulos números de homicídios banais e nos casos referenciados. Com isso, deve prevalecer a severidade das leis penais para a circulação criminosa de armas, além do cumprimento à risca as penas para os infratores, para que se estabeleça a pacificidade social, aglutinado ao investimento em segurança pública por parte do governo, para alicerçar o trabalho das forças militares e policiais em todo o país. Ademais, cabe a mídia como formadora de opinião, fazer campanhas que pontuem a importância do desarmamento, a fim de que conscientize a população e estabeleça harmonia social a todos.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |