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A violência no Brasil tem sido um assunto bastante discutido pela mídia nos últimos tempos, pois cada vez mais é do interesse da população que esse problema alarmante, chegue pelo menos aos ouvidos das autoridades, que estão aparentemente mais preocupados em assistir “o circo pegar fogo”. (Reestruture as ideias do parágrafo de introdução. Além disso, apresente a tese)
Ainda mais recentemente, deputados da “bancada da bala”, iniciaram um debate em relação a uma flexibilidade no texto do Estatuto de Controle de Armas de Fogo, no qual, (Sm vírgula) existe a possibilidade de que todos os cidadãos brasileiros possam ter livre porte de armas de fogo. É importante deixar claro, (Sem vírgula) a diferença entre “posse” (ter uma arma de fogo dentro de local empresarial, residencial, por motivos de extrema necessidade, seguindo critérios) e “porte” ( transportar a arma de fogo consigo para lugares públicos e etc. ). (Reestruture as discussões)
O argumento de que uma arma pode ajudar na defesa pessoal ou de um grupo é completamente inválido, pois umas das razões óbvias, (Sem vírgula) é que a maioria dos brasileiros não têm preparo psicológico para portar uma arma. Seguindo essa linha de raciocínio, é difícil imaginar uma situação na qual, (Sem vírgula) um indivíduo sem preparo, (Sem vírgula) possa se defender, (Sem vírgula) sem que haja a mínima violência possível. A partir do momento que a arma é sacada, já está sendo usada de forma ofensiva, não defensiva. Acrescentando ainda, (Sem vírgula) que a pessoa que está na mira, além de estar perdendo o direito de vida e liberdade, na melhor das hipóteses, estará agindo sob coação, sob chantagem psicológica. Não há razão para ter mais violência do que já temos. (Reestruture)
Portanto, diante dessa possível possibilidade imoral no texto do Estatuto, é de extrema necessidade que tomemos (Evite primeira pessoa) um posicionamento contrário ao de nossos deputados. Vamos mobilizar as redes sociais, os meios de comunicação, as ruas, avenidas e praças com a campanha #NãoSomosViolência; (Reestruture) façamos palestras de conscientização aos jovens nas escolas, nos transportes, em nossos lares. Essa luta, a nossa luta, começa hoje. (Reestruture e desenvolva a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
400
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |