Equidade ou iniquidade de gênero em questão no Brasil?

Tema: Equidade de gênero no Brasil: um desafio?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 23/02/2018
Nota tradicional: 400
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Não é de hoje que se discute a igualdade entre homens e mulheres. Sempre houve vários tipos de distinção entre eles, como por exemplo: as péssimas condições de trabalho reivindicadas pelas mulheres com a chegada da Revolução Francesa; o direito ao voto feminino conquistado apenas no século XX; e até mesmo extremo domínio dos pais ou do marido sobre elas, fato este provado na bíblia, quando a mulher tinha que casar com um noivo escolhido pelo pai. (Reestruture)

Mas pode-se perguntar: a equidade é para homens e mulheres, porque por que se fala apenas da mulher? É por que as questões recaem-se sobre elas, tendo-se em vista que apenas os homens tinham vários direitos (Reformule essa ideia). O sexo feminino é o que mais sofre em alguns casos (Quais? Desenvolva no texto). No Brasil, as diferenças de gênero afetam o salário, pois muitas mulheres só conseguem empregos mais simples, com cargos mais baixos, como por exemplo: empregada doméstica, caixa de supermercado, recepcionista.

Além de tudo isso, a mulher é discriminada por ser o sexo frágil, que não aguenta sobrecargas (Reveja esse período). Mas isso é equivocado, pois ela tem têm condições para suportar as relações de trabalho e familiares: prova disso é quando ela engravida e tem que cuidar dela mesma, do filho, da casa, do trabalho, sinais esses de resistência. (Reestruture)

Mas será que tem solução? Acreditando, tendo consciência e seguindo bons exemplos, sim (Evite esse tipo de construção). É cada vez mais importante "criar juízo" para situações que envolvem os sexos opostos: a mulher pode e tem capacidade para comandar cargos elevados. É também importante criar mais leis que impeçam qualquer diferença de tratamento entre os gêneros, como salários diferentes, "as vagas só para homens", etc, assim como fiscalizá-las. Desta forma podemos, talvez um dia, chegar "aos pés" da Islândia, país com índices baixíssimos de iniquidade de gêneros. (Proposta de intervenção superficial)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 400 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos