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Em 10 de dezembro de 1948, o Brasil foi o primeiro país a aderir à Declaração Universal dos Direitos Humanos, comprometendo-se a defender a liberdade e dignidade humana. Desse modo, é lamentável (Evite esse tipo de construção) que o Brasil seja uma referência negativa no que diz respeito à equidade de gênero, que a qual se dá de forma injusta para com o sexo feminino. Assim, é necessário a adoção de medidas por parte do Poder Público para solucionar essa situação, ligada, sobretudo, à fatores sócio-históricos e sócio-culturais.
È É necessário observar, a princípio, que a construção histórica-social brasileira se deu de forma patriarcal (Desenvolva esse conceito no texto), desenvolvendo assim, (Sem vírgula) uma imagem inferiorizada da mulher (Desenvolva essa ideia de inferiorização da mulher) desde o princípio da formação do país. Nesse sentido, atividades domésticas e a educação dos filhos tornaram-se quase que deveres obrigatórios para o sexo feminino, que teriam que arcar com os desafios praticamente sozinhas (Reestruture esse período). Ainda hoje essa situação é recorrente e a mulher apresenta dessa forma dificuldade para conciliar vida profissional e casa.
Outro desafio encontrado no âmbito da equidade de gênero é a diferença salarial. Vê-se que nos últimos anos houve um aumento na quantidade de mulheres integradas no mercado de trabalho, entretanto, a participação feminina ainda é reduzida. Mesmo apresentando grau de escolaridade maior, as mulheres ganham cerca de 30% a menos que os homens, demonstrando que ainda há, nessa perspectiva, uma influência história do patriarcalismo no Brasil. Organizações Movimentos como o feminismo já foram feitas no intuito de denunciar essa problemática e defender a igualdade de gênero, mas os desafios ainda permanecem, necessitando assim que o Poder Público aponte soluções mais centralizadas ao problema.
Portanto, para que a equidade de gênero no Brasil seja uma realidade para a sociedade brasileira contemporânea, é fundamental que o Estado organize fóruns, palestras e debates para população, de modo a esclarecer os Direitos Humanos e explicar que somos todos iguais, para que assim o "preconceito" seja vencido e o homem passe, por exemplo, a exercer tarefas domésticas. Ademais, é preciso que o governo adote isonomia salarial para todos os empregos, de modo a garantir a igualdade de gênero e respeitar a capacidade da mulheres (que é a mesma que a dos homens) de exercer tais atividades.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
750
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |