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A desigualdade de gênero está historicamente impregnada na sociedade, em épocas passadas mulheres não tinham direito algum, a luta por reconhecimento político e social foi árdua, demorada e (Vírgula) ainda hoje, não foi conseguida em sua totalidade. No Brasil, mulheres recebem cerca de trinta por cento a menos que homens em termos salariais por executar mesmo cargo. E se engana quem pensa que esse termo se aplica somente a homens e mulheres, a comunidade LGBTQ também sofre com essa marginalização. (Reestruture essa ideia)
O feminismo teve início com a chegada da mulher no ao mercado de trabalho durante a revolução industrial, a luta contra salários medíocres e diversos abusos desencadeou o mesmo instinto em mulheres ao redor do mundo e em gerações futuras, como foi com as sufragistas e a conquista ao voto, inspirando as brasileiras a conseguirem o mesmo feito. E mesmo em dias atuais a luta é constante. (Reestruture)
O Brasil não fica atrás no quesito luta do sexo feminino, um dos nomes, infelizmente pouco conhecido, é o de Maria Felipa de Oliveira, militante considerada ‘Heroína da Independência da Bahia’ ou mesmo Dandara dos Palmares, que ao lado do marido Zumbi, defendeu o Quilombo. Mais recente, Maria da Penha, conseguiu que criassem uma ementa especifica à violência contra a mulher. Ainda assim há muito o que ser conquistado (Dê exemplos), cabe a nós não nos acomodarmos (Evite ideia de primeira pessoa) e continuar a luta até que sejamos política e socialmente.
É notório (Vírgula) portanto (Vírgula) que apesar das mudanças a situação ainda é crítica, visto que se trata de uma questão pública e política, cabe ao governo fazer valer as leis já existente, onde em que todos são iguais em direitos e deveres, ou mesmo se inspirar em países europeus (Quais? Dê exemplos) que promulgaram como lei a igualdade de salários entrem homens e mulheres. Cabe também a pais e educadores, (Sem vírgula) o dever de educar e conscientizar crianças sobre o sexismo. Só assim teremos uma sociedade onde gênero é somente uma característica.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |