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A Constituição Federal de 1988 tem como princípio a proteção à igualdade de gênero. Contudo, na contemporaneidade ainda acontece atitudes homofobicas que exteriorizam no seio social o preconceito às diferenças. Assim, faz-se necessário a análise desse exposto, com o fim de buscar alternativas que possam ajudá-los a enfrentar essas dificuldades. (Desenvolva mais o parágrafo de introdução)
Primeiramente, evidencia-se que a principal causa para que ações homofóbicas ocorram estende-se a uma modelo adotado como paradigma pela sociedade brasileira, isto é, o patriarcal, em que é denotado a figura do homem e da mulher como os únicos gestores do ente familiar. Isso fez com que, (Sem vírgula) a população LGBT ficasse acuada diante de pessoas que não aceitam o diferente, ou seja, a diversidade cultural. Outrossim, a falta de políticas públicas por parte do Ministério da Educação, bem como dos legisladores agrava ainda mais essa problemática, tendo em vista que a onipresença de normas reguladoras eficazes deixam as vítimas inertes diante de uma iminente afronta a sua dignidade.
Em consequências, os homossexuais são tratados como escória da sociedade. O que acaba colocando-os em estado de choque a ponto de fazê-los a recorrerem ao suicídio diante de uma enorme dor moral (Reestruture essa ideia). Há também a elevação do número de gays acometidos por violência física e moral por causa de atitudes vexatórias de pessoas como pouco senso crítico. Agora, o que os abala mais, (Sem vírgula; evite esse tipo de construção) é a falta de um apoio familiar , segundo o UOL: “os adolescentes sem esse auxílio recorrem a abrigos internos religiosos, impactando dessa forma em uma vida solitária no qual ficaram temerosos em exteriorizarem suas vontades.
Dessa forma, vê-se a dificuldade que os homossexuais enfrentam em uma sociedade. Com isso, ações são necessárias por parte do Estado, além de atitudes da Comunidade; as principais são: fomentar ONGs com o ensejo de abrigar e fornecer apoio para aqueles que são vítimas de homofobia, além de fornecê-los ajuda psicológica. Em outro ponto, tem-se o Ministério da Educação, que fará palestras nas redes educacionais, além de utilizar a filosofia, sociologia de maneira a mostrar para o estudante como é primordial para uma sociedade o respeito a diversidade cultural. Com essas iniciativas a sociedade progredirá.
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Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
650
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |