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No Brasil é defendido pela Constituição Federal a livre iniciativa ao trabalho, dando assim maior liberdade aos indivíduos da sociedade para desenvolver o empreendorismo. Embora isso, ocorre no meio social a negligência nesta seara privada, no tangente a prover aos deficientes auditivos a oportunidade em conseguir emprego ou constituir uma carreira neste mercado. (Observe e resstruture o parágrafo de acordo com o que é proposto pelo tema)
Em vista disso, pode-se vislumbrar que, (Sem vírgula) o Estado exerce a função de intervencionista para protegê-los, (Sem vírgula) com a disponibilização de cotas em Universidades Públicas e Particulares, bem como em concurso públicos, com intuito de não tratá-los como escória da sociedade. Todavia, apesar da legislação já estipular uma proteção para eles no mercado privado, vê-se que ainda existe na sociedade a inercia do Estado em fiscalizar se esta lei vem sendo cumprida, visto que a taxa de pessoas no campo privado de trabalho é estarrecedora: em uma empresa, por exemplo, somente 2% das vagas são integradas por surdos. Estes dados foram divulgados pelo Governo Federal, baseando-se na lei de cotas.
Isso denota o quanto a sociedade é desigual e preconceituosa. Mas a consequência que mais abala estas pessoas é o desemprego, tendo em vista que são tratados de forma vexatória e aviltante, o que lhes fazem perder a vontade e esperança em buscar por seus direitos. Esse fato, (Sem vírgula) faz com que o princípio da igualdade proposto pela, (Sem vírgula) Organização das Nações Unidas – ONU, serem desrespeitados seja desrespeitado, o que ocasiona a fuga dos ditames de um Estado de Direito. Somado a isso, têm-se também a desigualdade na folha salarial destes, pois em 95% dos casos, eles recebem bem abaixo do que é de direito, o que vai contra o art. 7 da Constituição, no qual estabelece que é proibido haver distinção salarial em razão de deficiência (Evite esse tipo de construção).
Dessa forma, é notório que no seio social o esforço do Estado para propiciar aos surdos condições de trabalho não está funcionando. Por isso, a comunidade por meio de ONG”s ONGs (Vírgula) devem instruir palestras (Vírgula) a fim de ensiná-los quais são seus direitos e como exercê-los. Outrossim, a mídia fornecerá subsídios por seus telejornais mostrando as dificuldades que eles enfrentam. (Desenvolva a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
20 |
Nível 1 - Apresenta o assunto, tangenciando o tema ou demonstra domínio precário do texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais. |
| Competência 3 |
20 |
Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
340
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |