Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
No Brasil, tanto no cenário social como no educacional, o surdo não tem espaço. É certo que este não é um problema só do país, ou mesmo só do surdo, qualquer indivíduo com uma deficiência é estigmatizado de incapaz. As barreiras são inúmeras e em todas as fases da vida. Principalmente no acesso à educação, embora o direito a ela esteja explicito na constituição. (Desenvolva mais o parágrafo de introdução)
Recentemente cotas foram criadas para a inclusão do deficiente ao ensino superior. Um avanço sem dúvida, porém questionável, uma vez que estes em sua grande maioria largam a escola ainda no ensino fundamental (Como assim? Desenvolva essa ideia). O número de escolas bilíngues e ou inclusivas é extremamente pequeno. Mostrando que junto ao apoio acadêmico superior é necessário um suporte educacional que venha da infância. (Desenvolva mais os argumentos apresentados)
É fato que a educação é um dos principais meios para a aceitação social, e visto que o preconceito não é algo novo, está impregnado na sociedade desde antes de cristo, onde crianças nascidas com qualquer deficiência ou má formação eram mortas. E é triste que de certa forma esse pensamento ainda perpetua, não de forma tão radical, mas a exclusão daquele considerado diferente é nítida. De fato há uma incapacidade nessa história, a da aceitação da sociedade e do Estado, a privação dos meios e ferramentas necessárias para que todo e qualquer indivíduo possa ter uma vida social. (Desenvolva mais)
Sendo assim, há realmente solução para essa triste realidade? Tem de haver, e a meios não faltam, pelo contrário, leis já existem, resta a aplicação pelo Estado, preparando escolas desde o jardim de infância, não só no âmbito escolar, no preparo de professores, mas na acessibilidade como um todo, além de colocar a Libras como obrigatória em toda a vida acadêmica. Outra medida que pede urgência são campanhas de conscientização, seja midiática ou com o auxílio de Ongs. Para que as pessoas entendam que a única diferença que existe é a linguagem. (Reestruture e apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |