Educação dos surdos no Brasil

Tema: Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 02/12/2017
Nota tradicional: 550
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É notório que a formação educacional de surdos no Brasil é um desafio, visto que tanto sociedade quanto governantes encontram-se despreparados para incluir a população com deficiência auditiva na sociedade, além de que desde a época imperial pouco tem-se avançado para garantir o acesso à educação dessa parcela da sociedade.

Temos  Tem-se mais de 9 milhões de pessoas com deficiência auditiva no Brasil, segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Porém, constata-se que a sociedade não se encontra preparada para incluir, socialmente, essa parcela da população, isso porque a maior parte da população não consegue nem se comunicar com um surdo, seja por desconhecer a linguagem de sinais ou por preconceito mesmo. É necessário que a sociedade conheça a língua dos sinais e não tenha preconceito diante de uma pessoa com necessidades auditivas (De que maneira isso é possível?).

Constata-se que desde a época de Dom Pedro – quando começou a educação para os surdos – até hoje (Vírgula) pouco se tem avançado na garantia do direito de educação da pessoa com deficiência auditiva, isso porque algumas das ações efetivas são novas, temos  tem-se como exemplo a lei que garante os direitos da pessoa com deficiência – Lei 13.146 – lei está que tem apenas dois anos, outra lei relativamente nova é a que reconhece a linguagem de sinais como meio de comunicação que tem somente 15 anos. Precisa-se que seja feita mais ações para garantir os direitos das pessoas com deficiência em geral, é necessário além das leis, como programas voltados para garantir o que dizem as leis.

De fato a formação educacional de surdos no Brasil ainda é um desafio que para ser resolvido necessita do envolvimento tanto da sociedade quanto dos governantes. Pois não são apenas as pessoas com deficiência auditiva que precisam de uma educação diferenciada, a população sem deficiência precisa fazer parte dessa educação e participar efetivamente. Pois, (Sem vírgula) não adianta ensinar a linguagem de sinais apenas para os surdos, os não surdos precisam conhecer essa linguagem também para que ambos possam se comunicar. Os governantes devem propor programas que envolvam toda a sociedade, a fim de possibilitar a inclusão da pessoa surda na sociedade. (Desenvolva a proposta de intervenção)
 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 150 Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 550 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos