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É notório que a formação educacional de surdos no Brasil é um desafio, visto que tanto sociedade quanto governantes encontram-se despreparados para incluir a população com deficiência auditiva na sociedade, além de que desde a época imperial pouco tem-se avançado para garantir o acesso à educação dessa parcela da sociedade.
Temos Tem-se mais de 9 milhões de pessoas com deficiência auditiva no Brasil, segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Porém, constata-se que a sociedade não se encontra preparada para incluir, socialmente, essa parcela da população, isso porque a maior parte da população não consegue nem se comunicar com um surdo, seja por desconhecer a linguagem de sinais ou por preconceito mesmo. É necessário que a sociedade conheça a língua dos sinais e não tenha preconceito diante de uma pessoa com necessidades auditivas (De que maneira isso é possível?).
Constata-se que desde a época de Dom Pedro – quando começou a educação para os surdos – até hoje (Vírgula) pouco se tem avançado na garantia do direito de educação da pessoa com deficiência auditiva, isso porque algumas das ações efetivas são novas, temos tem-se como exemplo a lei que garante os direitos da pessoa com deficiência – Lei 13.146 – lei está que tem apenas dois anos, outra lei relativamente nova é a que reconhece a linguagem de sinais como meio de comunicação que tem somente 15 anos. Precisa-se que seja feita mais ações para garantir os direitos das pessoas com deficiência em geral, é necessário além das leis, como programas voltados para garantir o que dizem as leis.
De fato a formação educacional de surdos no Brasil ainda é um desafio que para ser resolvido necessita do envolvimento tanto da sociedade quanto dos governantes. Pois não são apenas as pessoas com deficiência auditiva que precisam de uma educação diferenciada, a população sem deficiência precisa fazer parte dessa educação e participar efetivamente. Pois, (Sem vírgula) não adianta ensinar a linguagem de sinais apenas para os surdos, os não surdos precisam conhecer essa linguagem também para que ambos possam se comunicar. Os governantes devem propor programas que envolvam toda a sociedade, a fim de possibilitar a inclusão da pessoa surda na sociedade. (Desenvolva a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |