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Com a formação da sociedade no século XVI, o Brasil adotou o conceito patriarcal de família que é oriundo da cultura portuguesa. Neste modelo, o homem detém a autonomia administrativa e financeira, a fim de regularizar o interesse social do seu ente familiar. Embora isso, em meados do século XXI esse paradigma foi sendo configurado a medida que a sociedade foi avançando. Assim, na contemporaneidade, tem-se as famílias homoafetiva, bem como a posição de destaque conquistada pelas mulheres, isto é, a de gestora do seio familiar. Com isso, faz-se mister a análise do exposto, com finalidade de prover de maneira tolerante essas adequações sociais.
Ante ao exposto, falando-se mormente em casais homossexuais, é indubitável o quanto foram as barreiras afastadas afastadas as barreiras diante da possibilidade de adoção de crianças por estes na nação brasileira. Essa adequação social trouxe à tona o espirito tolerante, além da solidariedade, pois as crianças órfãs terão a oportunidade de constituir uma família, e isso é primordial, uma vez que, Paul Fauconnet, aduz, (Sem vírgula) que os ensinamentos dos mais velhos aos jovens é a íngreme essencial para que eles desenvolvam suas personalidades (Reestruture essa ideia. Argumente mais). Com endosso a esse fato, o Fantástico notificou em seu telejornal que os legisladores brasileiros estão estudando para que seja facilitado a adoção de crianças por estrangeiros, em primazia os homossexuais.
Em outro ponto, tem-se a mudança de visão ente a mulher do século XVI e do XXI, haja vista a posição igualitária que vem sendo conquistada por esta. Por exemplo, em 1932, no governo Vargas foi concedido o direito ao voto às mulheres, e já na atualidade pode-se ver uma presidente mulher, além de uma chefe de uma procuradoria da republicar república. Em vista desses fatos, o conceito patriarcal foi perdendo sua força, porque o homem agora não detém a mesma autonomia financeira e administrativa. Isso fez com que os papéis exercidos por ambos seres invertidos. (Reestruture as ideias deste parágrafo, uma vez que as ideias apresentadas são pouco desenvolvidas)
Em ilação, é notório que novas formações familiares estão surgindo no contexto social. Dessa forma, para que esses novos modelos não sejam tratados de modo intolerante (Vírgula) é essencial a propositura de políticas públicas. Para tanto, as redes educacionais por meio da Arte, Sociologia e Filosofia devem ensinar aos jovens a aceitar as diferenças, isto é, a diversidade cultural, a fim de respeitar a dignidade da pessoa humana, sendo consequentemente venerada. Urge também, (Sem vírgula) o quarto poder, ou seja, a mídia, disseminar essas ideias com ensejo a inibir atos maculosos que se imperam contra a mulher e o homossexual. Só assim a sociedade progredirá rumo ao progresso. (Desenvolva mais a proposta de intervenção, pois está superficial)