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Desde o início do século XVI, com chegada oficial da colonização portuguesa no Brasil, cultiva-se a ideia de que nossos recursos naturais são infinitos. No que se refere ao meio ambiente é possível afirmar que esses dotes são infinitos quando atenta-se para o alto nível do consumo na sociedade em consonância com o desmatamento florestal no Brasil.
A partir da mecanização da produção, o estímulo ao consumo tornou-se um fator primordial para a manutenção do sistema capitalista. De acordo com Kal Marx, filósofo alemão do século XIX, para que esse incentivo ocorresse, criou-se o fetiche sobre a mercadoria: constrói-se a ilusão de que a felicidade seria alcançada a partir da compra do produto. Chega a ser alarmante o alto nível de consumo na sociedade moderna, fato este que deve atentar-se para um menor consumo visando a valorização do meio ambiente, visto que os recursos utilizadas na fabricação desses materiais (tablets, computadores, celulares e etc.) são extraídos da natureza. (Articule mais)
Vale também ressaltar o modo que o crescente número de consumo afeta o meio ambiente elevando o número de carbono no ciclo desse gás, trazendo como consequência o aquecimento a elevação da temperatura dentro da camada de ozônio (O3), em outras palavras: o consumismo favorece o efeito estufa. Além disso, mesmo sendo evidente o quão retrógrado é o ato de desmatar matas e florestas, ele não só existe como também persiste em pleno século XXI (Desenvolva essa ideia no texto).
Portanto, diante do alto nível de consumo na sociedade e o desmatamento florestal, é notório que a saúde ambiental deve ser conservada de forma plena; sendo assim a mídia deve reforçar a denúncia a qualquer espécie de dano ao meio ambiente, além disso educar adultos através de discursos sociais ou pela mídia (Vírgula) de modo que os levem a ensinar também as crianças a valorização da natureza quanto a prática de um consumo visando apenas o essencial. Desse modo o Brasil se encaminhará para uma harmonia ecológica.. (Desenvolva a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |