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Pero Vaz de Caminha descreveu o Brasil como uma terra de bons ares, onde tudo que se planta, cresce. Entretanto, boa parte da natureza descrita, hoje, cedeu o lugar para a urbanização. Embora apresente-se como regulador do ar respirado, bem como agente fundamental para a vida no planeta, o meio ambiente não têm tem recebido a devida atenção, seja pelo povo, seja por quem os governa.
Antes da cana, ouro e café, foi o pau-brasil que serviu de grande fonte de riqueza brasileira. Observa-se agora, quase extinta, a árvore que nomeia um país inteiro, assim como uma acelerada perde perda da cobertura vegetal, prejudicando a qualidade do ar - outrora mais limpo e livre de poluição -, assim como a saúde de quem o respira. Não se exclui, porém, a culpabilidade dos próprios habitantes que, em níveis variados, contribuem para tão decadente situação (Desenvolva essa ideia no texto).
Somado a isso, e certamente de maior importância, evidencia-se a impossibilidade da manutenção da vida em um meio ambiente mal preservado, inóspito e infértil; haja vista a participação em ciclos essenciais para a vida, tais como o da água, biomassa e do nitrogênio. Diante da possibilidade de um novo evento de extinção em massa, é necessário tomar medidas preventivas, antes que só reste remediáveis. (Desenvolva mais, pois está limitado)
Faz-se imperativo, portanto, ações governamentais nos campos da educação e urbanização. Por meio de palestras escolares e programações midiáticas, explanatórias da preservação, espera-se modificar atitudes poluentes, minimizando o mal despejo de lixo em locais inadequados, bem como o estimulo a práticas mais sustentáveis e reciclagem doméstica. Ressalta-se, também, o fomento da arborização no meio urbano, visando a redução de fenômenos como o "smog" e ilhas de calor. Só assim será possível fazer jus às palavras de Caminha, que é o de cultivar sempre, (Sem vírgula) os bons ares brasileiros.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |