Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
''A carne mais barata do mercado é a carne negra...'', canta Elza Soares. A Constituição Federal de 1988 é a norma de maior poder de hierarquia do sistema jurídico do Brasil, onde todos são iguais, sem distinção de qualquer natureza. Entretanto, os conflitos e as desigualdades presente na sociedade moderna, contradiz o artigo 5º da referida lei. Nesse sentido, de acordo com o escritor Albert Comus, se o homem falhar em conciliar a justiça e liberdade ocorrerá intempéries em ambos espectros.
Partindo desse pressuposto, embora, (Sem vírgula) o Brasil esteja no ranque ranking de países com Produto Interno Bruto (PIB) mais altos, a desigualdade social distancia de um crescimento promissor (Por quê? Desenvolva no texto). Outrossim, a falta de acesso à uma educação de qualidade, saúde, transporte público, salários baixos, contribui de maneira drástica para o cenário atual. Não se trata de um estado atrasado, mas, (Sem vírgula) de um passado que se faz presente, cuja relação de desigualdade dava-se entre os senhores e os escravos no Brasil Colônia.
É indubitável que a questão constitucional e educacional estejam entre as causas dos problemas. Conforme Paulo Freire:, filósofo, ''Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda''. De maneira análoga, é possível perceber que, a favelização, pobreza, miséria, desemprego, violência rompe essa harmonia, haja vista que, (Sem vírgula) essa problemática não deveria existir. (Desenvolva mais)
Infere-se, portanto, que a desigualdade social é um mal destruidor para a evolução social. Sendo assim, cabe o Governo Federal fortalecer (De que maneira?) as leis vigentes em prol da paz social, e investir de forma justa e eficaz o ramo na educação e saúde. Cabe a escola criar palestras educativas sobre a diversidade e o respeito para com outro. Além de projetos nas esferas estaduais e municipais que inclua todos os cidadãos, seja ele pobre, rico, negro ou branco (Vírgula) para o mercado. Assim, pode-se-á transformar essa realidade brasileira em um realidade desenvolvida socialmente em todos os ranques ranking.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |