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A história do Brasil, a partir do período colonial, é marcada pela dominação dos senhores de engenho, caracterizados por serem grandes latifundiários detentores de escravos, sobre o restante da população. Com o passar do tempo e a ascensão da democracia, a desigualdade social ainda persiste e, apesar de o Estado ter criado programas sociais como o Bolsa Família, que auxiliam os indivíduos de baixa renda, esses não foram suficientes para que o país se tornasse igualitário. Dessa forma, torna-se necessário que sejam analisados os empecilhos presentes no contexto brasileiro.
Segundo dados estatísticos divulgados pelo Jornal O Globo, em 2017, o Brasil ocupa a décima posição no ranking dos países mais desiguais do mundo. A principal consequência de tal fato é a pobreza presente principalmente em países subdesenvolvidos (Essa afirmação é uma marca evidente no dado. Desse modo, evidencie o que causa isso). Vale ressaltar que a população de baixa renda por vezes não usufrui de serviços básicos, como saúde, transporte e saneamento básico, já que residem em áreas, principalmente zonas periféricas, onde o Estado investe menos que o necessário para garantir o acesso dos moradores a esses serviços (Reveja essa informação, uma vez que esses serviços existem).
Convém lembrar ainda que indivíduos oriundos da classe social baixa, por terem pouco acesso à educação de qualidade, muitas vezes são marginalizados (De que maneira? Evidencie no texto) dentro do meio social, sentindo dificuldade de adquirir um emprego fixo, o que contribui, assim, para elevar os índices de desemprego no país. Devido à falta de oportunidades, tais pessoas ficam favoráveis a tornarem-se marginais, pois veem no mundo do crime o único meio de possuir condições para a sobrevivência.
Diante da situação imposta, medidas são necessárias para minimizar o impasse. Cabe ao Ministério das Cidades (MCidades), com investimentos governamentais (Quais?), ampliar o acesso dos moradores da zonas periféricas á à serviços básicos, como transporte público, saneamento básico, saúde e educação, para que esses possam usufruir de uma melhor qualidade de vida. O Estado deve realizar parcerias com representantes dos setores industrial e comercial, para que ofereçam oportunidade de trabalho a indivíduos de baixa renda, bem como disponibilize o suporte para o deslocamento dos trabalhadores. Com tais medidas, é possível que os níveis de criminalidade diminuam, assim como as desigualdades sociais.
A história do Brasil, a partir do período colonial, é marcada pela dominação dos senhores de engenho, caracterizados por serem grandes latifundiários detentores de escravos, sobre o restante da população. Com o passar do tempo e a ascensão da democracia, a desigualdade social ainda persiste e, apesar de o estado ter criado programas sociais como o Bolsa Família, que auxiliam os indivíduos de baixa renda, esses não foram suficientes para que o país se tornasse igualitário. Dessa forma, torna-se necessário que sejam analisados os empecilhos presentes no contexto brasileiro.
Segundo dados estatísticos divulgados pelo Jornal O Globo, em 2017, o Brasil ocupa a décima posição no ranking dos países mais desiguais do mundo. A principal consequência de tal fato é a pobreza presente principalmente em países subdesenvolvidos. Vale ressaltar que a população de baixa renda por vezes não usufrui serviços básicos, como saúde, transporte e saneamento básico, já que residem em áreas, principalmente zonas periféricas, onde o Estado investe menos que o necessário para garantir o acesso dos moradores a esses serviços.
Convém lembrar ainda que indivíduos oriundos da classe social baixa, por terem pouco acesso à educação de qualidade, muitas vezes são marginalizados dentro do meio social, sentindo dificuldade de adquirir um emprego fixo, o que contribui, assim, para elevar os índices de desemprego no país. Devido à falta de oportunidades, tais pessoas ficam favoráveis a tornarem-se marginais, pois veem no mundo do crime o único meio de possuir condições para a sobrevivência.
Diante da situação imposta, medidas são necessárias para minimizar o impasse. Cabe ao Ministério das Cidades (MCidades), com investimentos governamentais, ampliar o acesso dos moradores das zonas periféricas á serviços básicos, como transporte público, saneamento básico, saúde e educação, para que esses possam usufruir de uma melhor qualidade de vida. O Estado deve realizar parcerias com representantes dos setores industrial e comercial, para que ofereçam oportunidade de trabalho a indivíduos de baixa renda, bem como disponibilize o suporte para o deslocamento dos trabalhadores. Com tais medidas, é possível que a criminalidade diminua, bem como as desigualdades sociais. (Repetição da estrutura)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |