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No Feudalismo havia uma grande diferença de renda entre os ricos senhores feudais e os pobres camponeses, no qual dificilmente alguém conseguia mudar de nível social (Por quê? Desenvolva essa ideia no texto). Esta realidade é semelhante a do Brasil, que também é marcada pela desigualdade social.
Dentre os fatores causadores da desigualdade social, estão a disparidade no acesso à educação (Como assim? Visto que a sociedade tem acesso à educação, embora haja uma discrepância entre a proposta de ensino público e privado) e profissionalização de qualidade, que são as principais ferramentas de ascensão social. E muitas pessoas que não tiveram tais oportunidades têm a necessidade de abandonar os estudos e aceitar emprego em condições precárias e jornadas de trabalho exaustivas. (Ideias presentes no senso comum e pouco desnvolvidas)
Além disso, segundo estudos (Quais? Mencione a fonte), 1% da população mundial concentra metade da riqueza do planeta, gerando pobreza em grande parcela da população. Por consequência, têm-se o aumento da criminalidade e violência, que é visível no Brasil (A partir de quê a desigualdade é visível? Desenvolva essa ideia). Ademais, muitas vezes nem mesmo o direito humano de ter uma vida digna é garantido, enquanto as classes econômicas mais altas desfrutam de boa qualidade de vida e vantagens (Desenvolva a ideia de "vida digna" e "boa qualidade de vida", pois há lacunas).
Portanto, para amenizar esse problema, cabe ao Ministério do Desenvolvimento Social fortalecer os programas de assistência, como o bolsa família, fiscalizando se a ajuda é realmente eficaz. E aliado ao Ministério da Educação, avaliar e implementar ações (Quais?) que melhorem a educação básica e técnica, de modo que realmente preparem os alunos para o ingresso na universidade e no mercado de trabalho. Também é interessante fornecer bolsas de auxílio que possibilite a permanência dos jovens na escola (Isso já existe), e como disse o economista britânico Sir Arthur Lewis: “A educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido. ”
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |