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A desigualdade social – fruto da disparidade em relação à distribuição de renda – é uma realidade muito visível no Brasil. Presente em todos os países, mas com marcas mais profundas nos países subdesenvolvidos, esse problema pode ser subdividido em: desigualdade de oportunidades, financeira, de renda entre outras. Mesmo tendo diferentes faces, a desigualdade tem, como origem, uma educação fraca e uma formação deficiente do cidadão.
Primeiramente, a falta de uma educação de qualidade – que é a realidade de grande parte das escolas públicas – é elemento criador do problema. Com uma formação limitada, resta aos jovens (e aos pais) suplementar as lacunas da educação gratuita: se a aula de inglês é fraca, suplementa-se com cursos; se a formação em exatas é insuficiente, recorre-se ao professor particular. Porém, essa opção acontece nas famílias com melhores condições financeiras.
Posteriormente, essa má formação acadêmica e humana refletirá na busca por melhores oportunidades ou empregos. Gera-se, dessa forma, um ciclo: os que melhor se prepararam –seja por conta da condição financeira ou por esforço desmedido- obterão as melhores vagas/condições. (Discussão limitada. Desenvolva mais a ideia apresentada neste parágrafo)
Em suma, percebe-se que esse ciclo mantém a desigualdade social e, consequentemente, por conta das diferenças sociais (oportunidades, condições e qualidade de vida) os índices de violência tendem a aumentar. A solução para quebrar esse ciclo deve acontecer por meio de reformas na educação: professores mais preparados, alunos mais interessados e dedicados e cursos extracurriculares fazendo parte da grade curricular (Soluções superficiais. Desenvolva mais). Vale salientar que nos países (Dê exemplos) com baixo índice de desigualdade, nota-se que a formação escolar e social é bem nivelada e acessível a grande parte da população, o que está intimamente ligado com melhores condições de vida e menor índice de violência.