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O Brasil é o oitavo país com maior índice de desigualdade social (Reveja a colocaçõ atual), apesar de estar entre os dez de maior Produto Interno Bruto (PIB) do mundo (Vírgula) segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2010. Esta má distribuição de renda tem causas antigas e consequências bem atuais. Para combater este problema a sociedade precisa se mobilizar. (Desenvolva mais o tema no parágrafo de introdução. Apresente um fato histórico que possa ser relacionado com o que será discutido ao longo do texto)
A desigualdade social é um problema em qualquer país do mundo. O passado de colonização e escravidão são causas da concentração de renda. As terras e os meios de produção ficam nas mãos de uma pequena parcela da população abastada (Vírgula) que explorava mão de obra escrava (Vírgula) e que agora passou a explorar a assalariada. Quando não há emprego suficiente a situação fica mais grave. (Discussão limitada)
A democracia deveria amenizar este problema, mas não é o que percebemos no Brasil, por exemplo. A carga tributária brasileira está dentro da média mundial, porém a taxação sobre consumo é acima da média (Vírgula) penalizando os mais pobres. Enquanto os mais ricos têm taxação sobre heranças e investimentos abaixo da média. Isso promove a revolta da população percebida pelos altos índices de violência. A corrupção da classe política, o perdão de impostos e dívidas trabalhistas de grandes empresas levam a falta de acesso aos serviços públicos básicos como saúde, educação e segurança de qualidade.
O Brasil precisa, portanto, de uma reforma tributária que combata essa injustiça social. A sociedade precisa escolher melhor seus representantes e participar ativamente das decisões políticas. A mídia precisa cumprir seu papel social de informar de maneira isenta dando condições aos indivíduos de tomarem as decisões mais acertadas. (De que maneira? Reestruture)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
400
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |