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A desigualdade social é um problema presente na maioria dos países da atualidade (Ficou estranho). Este fenômeno afeta países pobres e ricos. Em geral, ela decorre da má distribuição de renda e da falta de investimentos na área social. No Brasil, apesar da redução da pobreza nos últimos 10 anos (Vírgula) é possível constatar que a desigualdade social ainda é muito presente nas cidades.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), em 2010 o Brasil aparece com o 3º pior índice de desigualdade no mundo. Ainda, de acordo com a ONU (Vírgula) as principais causas de tanta desproporcionalidade social são: a falta de acesso à educação de qualidade, uma política fiscal injusta, baixos salários e dificuldade da população em acessar os serviços básicos oferecidos pelo Estado, como saúde, transporte público e saneamento básico.
Nesse sentido, o Brasil sendo uma nação de dimensões continentais e riquíssimo em recursos naturais apresenta uma triste contradição, a de estar entre os dez países do mundo com o PIB (Produto Interno Bruto) mais alto e, por outro lado, estar entre os 10 países com maior índice de disparidade social. A riqueza se concentra nas mãos de 0,5% da população. (Discuta mais as consequências desses fatos na sociedade, uma vez que está limitado)
Para reduzir a desigualdade social e criar um país mais próspero e pacífico é preciso que o governo implemente políticas públicas (Quais?) que diminuam a influência do capital. Os impostos devem ser progressivos. Quem ganha mais, paga mais. Nesse contexto, torna-se necessário criar um imposto anual sobre o patrimônio dos mais ricos.
Dessa forma, as políticas econômicas devem se concentrar em aumentar os salários e qualidade de vida dos 20% mais pobres da população. Aumentar a proteção dos trabalhadores. Reforçar a receita da classe média, mais gente com dinheiro no bolso, mais gente consumindo, mais produção e mais emprego. (Reestruture)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |