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A ideia evolucionista de Darwin propõe que a própria natureza não conseguiria oferecer recursos igualmente para todos os seres, isto é, apenas aos mais adaptados (O quê? A ideia não está "clara"). No campo social, vive-se algo semelhante no que tange as diferenças de acesso as oportunidades de emprego e melhores condições de vida, definindo a desigualdade social. Nesse contexto, pode-se afirmar que as mazelas que afetam o globo são decorrentes dessa disparidade que há entre a sociedade, tida como uma herança histórica.
Em primeira instância, cabe ressaltar que a desigualdade social vigora, notoriamente, nos países subdesenvolvidos. Comprova-se isso pela passagem histórica que tais países apresentam (Quais?), marcados como colônias de exploração no período colonial a partir do século XVI. Decorrente disso, tais continentes serviram de instrumentos de exploração, beneficiando as metrópoles e, consequentemente, sobrando-lhe poucos recursos para seu auto desenvolvimento. Dessa forma, é válido dizer que essa prática exploratória e imperialista das metrópoles europeias corroborou no fenômeno da desigualdade.
Ademais, convém frisar que esse abismo social é o estopim das mazelas e situações inóspitas as quais vivem grande parte dos brasileiros. Tal fenômeno já foi tema na literatura brasileira, tal qual a obra do autor Jorge Amado, "Capitães da Areia", que retrata situações precárias de crianças s crianças órfãs nas ruas, sem moradia e alimentação digna. Tal obra revela, portanto, os contrastes da realidade as quais se evidenciam na falta de acesso aos serviços básicos, como saúde. (Desenvolva mais, pois está limitado)
Destarte, urge a necessidade de medidas para atenuar tal problemática. O Estado deve investir em ferramentas de inclusão, como as cotas estudantis, a fim de inserir parcelas da população menos favorecidas às melhores oportunidades na educação (Observe que essa proposta já existe). Além disso, o poder legislativo deve trabalhar na criação de leis para incentivar à educação nas periferias onde moram os maiores contrastes de oportunidades (Como assim?). Feito isso, o Brasil poderá subir os degraus do desenvolvimento e abandonar o posto de um dos países mais desiguais do mundo.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |