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No Brasil contemporâneo, onde existem mais de 207 milhões de habitantes, pesquisas geoeconômicas apontam que 71 mil brasileiros concentram 22% da renda. O fato assolador dessa concentração gera um déficit de educação, saúde, moradia que consequentemente abre as portas para criminalidade. (Desenvolva mais o tema no parágrafo de introdução)
É preciso, em primeiro lugar, considerar que no nosso país o percentual de renda está grotescamente distribuído de maneira desuniforme. Estudiosos, desta área, apontam que essa disparidade, principalmente social a qual entra o fator economia, começou nos séculos anteriores, na época em que os Senhores das terras recebiam grandes "fatias" de terras e outra parcela da população era obrigada a trabalhar, muitas vezes, em uma situação de escravidão por dívida, realidade que a escravidão findou no século XVIII, porém trazemos até hoje as mazelas daquela época, onde em que pequena parte da população concentra a maioria da riqueza. (Desenvolva mais as ideias apresentadas)
Nota-se, por outro lado, que esse desiquilíbrio de renda gera consequências indiscutíveis, enquanto a pequena parcela da população vive seus luxos, a grande parte sofre com a falta de saúde, saneamento básico, falta de condições dignas de sobrevivência. Esse acúmulo de pessoas humildes querendo a sua casa própria, traz consigo outros problemas relevantes, por exemplo, as construções irregulares, favelas e (Vírgula) não raras vezes, a falta de oportunidades no meio profissional que leva à violência, gerando assim um ciclo vicioso o qual arrastamos a décadas no nosso país. (Evite argumentos falaciosos)
Por conseguinte (Vírgula) um investimento maior em educação, saúde e saneamento básico certamente a longo prazo traria benefícios para nossas futuras gerações. O incentivo à educação não pode parar, pois a educação muda as pessoas e consequentemente muda o mundo. (Desenvolva a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |