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Segundo a teoria da seleção natural de Charles Darwin, é capaz de sobreviver por mais tempo o indivíduo mais adaptado ao ambiente. Isso se evidencia no contexto de desigualdade social (Vírgula) uma vez que os mais pobres possuem menos condições de sobrevivência que os mais ricos. Nesse sentido, convém analisar o que leva à existência desse quadro e o que pode ser feito para revertê-lo.
Dados da organização Oxfam de 2016 mostrou que 8 pessoas detêm mais dinheiro que metade da população mais pobre do mundo. Essa é uma amostra do modelo econômico atual que estimula o consumo e o acúmulo de bens de forma desenfreada em detrimento da vida humana. No Brasil, por exemplo, há um incentivo à concentração de renda na medida que a população mais rica não é taxada proporcionalmente aos seus ganhos; muito pelo contrário, é observado que as alíquotas no imposto de renda foram sendo reduzidas ao longo do tempo (Reestruture).
Acresce-se a essa problemática os prejuízos que os menos abastados sofrem cotidianamente: eles não têm acesso à saúde universal e de qualidade, não possuem um salário mínimo que possibilite boa alimentação e lazer como prega garante a Constituição Federal brasileira de 1988 e, ainda pior, não têm uma educação pública que possibilite ascensão social e mais equidade de renda na sociedade. (Desenvolvimento limitado)
Portanto, medidas são necessárias no combate a esse problema. É preciso que haja uma reformulação (Que reformulação?) do sistema econômico mundial para que os mais ricos paguem impostos proporcionalmente a suas rendas e que os Estados possam investir em acesso à educação e saúde (Reflita sobre essa ideia), especialmente nos países subdesenvolvidos. Isso pode ser pauta de conferências econômicas mundiais e mediado pela ONU (Organização das Nações Unidas) (Vírgula) de forma que se torne planos de metas justos e progressivos para cada Nação. Dessa forma, em um futuro breve, a desigualdade social pode se tornar algo menos absurdo do que se observa hoje.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |