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A sanção da reforma trabalhista apresentou mudanças que visam uma melhora para a economia brasileira. No entanto, sobrecarrega os trabalhadores de carteira assinada que não tiveram participação para sua elaboração, demonstrando uma decisão que soa como um meio de manipulação dos próprios para banalizar o trabalho escravo. (Desenvolva mais as ideias presentes no parágrafo de introdução)
Com as novas regras, o contato entre o empregado e empregador deverá ser melhor. Por exemplo, (Dois pontos) a negociação de formas a trabalhar (Reconstrua essa ideia) caso o funcionário necessitar se ausentar, a diminuição da participação dos sindicatos em decisões da empresa referente aos trabalhadores, entre outras (De que maneira isso pode ser melhor? A ideia não ficou tão evidente). Esses fatores são positivos para ambos, pois não haverá mais um terceiro que seja necessário para tais negociações entre os citados, poupando tempo e dinheiro. (Ideias limitadas. Articule mais)
Porém, algumas mudanças trouxeram indignações aos trabalhadores registrados. A proposta da ampliação da jornada de trabalho e o “parcelamento” em três vezes das férias, são algumas dessas, (Sem vírgula) que, segundo uma matéria sobre a reforma trabalhista no site da Carta Capital, visam um trabalho escravo e o banaliza, dificultando o combate à este tipo de crime. Ou seja, a etimologia da palavra trabalho, que significa tortura, ficará mais evidente aos trabalhadores brasileiros e se somará com o aumento da idade para se receber a aposentadoria que foi recentemente imposta pela reforma da previdência. Desta forma, o trabalho, segundo Karl Marx, realmente deixará de ser a satisfação da necessidade pessoal, e sim um caminho para satisfazer as necessidades externas a ele, alienando o cidadão brasileiro e beneficiando mais as empresas.
Logo, a reforma trabalhista terá impactos positivos para economia, mas, (Sem vírgula) prejudicial ao cidadão. Contudo, o Ministério do Trabalho deverá ser cobrado pelos trabalhadores, por meio de mobilizações e abaixo-assinado, (Sem vírgula) para uma revisão das mudanças impostas com intuito de proibir e combater as formas de trabalho escravo que tendem a ser alienadoras, em prol de um país economicamente e socialmente melhor. (Reformule a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |