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É para se lamentar que os objetos de reforma nacional não sejam os educacionais, os de conscientização social. Em vez disso, são sempre as mesmas discussões burocráticas, que querem apresentar-se como questões principais num país de dirigentes de poucos princípios. (Reformule e apresente a tese)
A reforma trabalhista é um desses "projetos maravilhosos de um governo que vai desencantando a tudo e a todos" com quem trata, exceção feita a seus bem ajeitados cupinchas, ativos na tarefa maior de preservar o estado das coisas, mas "perfeitos cupins do Estado nacional". O atual presidente, inicialmente ocupado em ser um governo de manutenção, participou da reviravolta muito estranha que a ele fez chefe do Executivo e, desde então, note-se como estamos: desconfiados de que a deposição da mandatária original da presidência tenha mesmo sido uma farsa política bem orquestrada nos centros de operação do poder brasileiro. (Reestruture o seu argumento. De que maneira isso influencia na reforma proposta?)
Melhorar, com o igual entendimento de reformar, é sem dúvida "a música necessária para a grande dança da vida". E o trabalhador, que precisa ser pensado como uma só figura no cenário das relações empregatícias (fora dessas confusões de entendimento que apenas fazem dividir a sociedade, como se um setor entre outros fosse a razão dos problemas que estão a tentar corrigir), é justamente o alvo das ações passíveis de melhora. Porém, de que forma teremos segurança de que as reformas que estão "tramando" não serão mais prejudiciais do que benéficas, em vista dos interesses (Quais?) que estão em jogo? Haverá a desejável imparcialidade nos pontos apontados como problemáticos da legislação que se quer rever? Sim, porque se sabe que nosso sistema representativo é composto de não poucos "elementos que fazem as vezes de patrões", quando fora da vida pública, além de possuírem maior influência nas vias decisórias dos assuntos de Estado, de forma que, (Sem vírgula) se precisarem cuidar do que a eles interessa, serão capazes de pensar nas necessidades alheias? (Observe que o desenvolvimento deste parágrafo está limitado aos questionamentos feitos)
Este povo (o brasileiro) precisa empreender reformas próprias e autônomas: a do sistema de representação política e a do controle das atividades do poder já seriam um bom começo. Não é mais possível admitir que a vida de milhões seja assunto de gerência da arrogância, da impertinência, da incompetência e da desonestidade de uns tantos (Evite esse tipo de construção no texto). (Apresente a proposta de intervenção)