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As relações de trabalho no Brasil são regidas pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) (Vírgula) aprovada em que é de 1940. Estas regras geram muitos problemas de interpretação e processos trabalhistas que prejudicam o empresariado. A solução para este problema estaria na reforma trabalhista que muda pontos como terceirização de atividades fins, acordos valerem mais que leis, entre outros.
Até então as empresas não podiam terceirizar suas atividades fins. Se sancionada pelo presidente como passou pelo congresso, as empresas poderão até terceirizar aqueles que já são terceirizados em qualquer das atividades o que tem sido chamado de “quarteirizar” (Reveja essa informação, uma vez que a reforma já foi aprovada). Esta prática, segundo especialistas no combate ao trabalho escravo, dificulta a apuração de quem são os infratores (Como assim? Desenvolva essa ideia).
Sobre convenções e acordos coletivos poderem prevalecer sobre lei mediante a proteção aos trabalhadores pelos seus sindicatos não garantem decisões justas. Em abril de 2017, uma empresa chinesa que atuava no Mato Grosso foi autuada por explorar trabalho em condições análogas à escravidão mesmo com presença de um órgão representante dos empregados. Em uma relação em que uma das partes tem mais poder (Vírgula) uma intervenção é necessária para se preservar os direitos humanos. (Discussão limitada)
A reforma trabalhista é uma solução, portanto, para os patrões que tem os meios de produção e o capital para ganhar cada vez mais pagando cada vez menos. Precisamos nos mobilizar de modo a evitar essa exploração. Usar redes sociais de modo a difundir informações isentas e escolha de representantes que defendam nossos interesses. O governo precisa medir o impacto de suas decisões na maioria da população não beneficiando uma minoria às custas da massa trabalhadora. (Reformule a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |