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Diante da crise econômica, política e social, debater sobre a reforma trabalhista tem demonstrado duais posições. Tal realidade direciona argumentos contra e a favor às mudanças propostas pelo Governo. Conquanto, essa discussão abrange aspectos de cunho histórico, pois envolvem normativas definidas pelo ex-presidente Getúlio Vargas e o desenvolvimento econômico do Brasil. Além disso, existe um conflito social acerca desse processo, pois não há um diálogo incisivo entre Estado e população.
Essa reformulação, segundo especialistas, pode trazer negativas ao trabalhador (Por quê? Desenvolva essa ideia no texto). Além disso, embora defensores apontem benefícios de melhores salários, proteção contra demissões e outros; as críticas configuram consequências em demasiado, como: propensão à horas exaustivas de trabalho, maior negociação entre empregado e a empresa – possibilitando, dessa forma, tomadas de decisões mais injustas e, por conseguinte, um afrouxamento em assegurar os direitos trabalhistas.
Então se percebe um cenário no qual carece de informatividade. No entanto, a sociedade obtém, em sua grande maioria, informações pelos jornais televisivos. E estes são alvo de críticas por tomarem partido político e não repassarem informações coerentes e justas aos cidadãos. Por isso, cria-se uma problemática, porque além da mídia apresentar teores corruptíveis por parte da governança, a percepção populacional é notar um aproveitamento dessa crise política para tentar mudar direitos já adquiridos. (Desenvolva mais)
A reforma trabalhista é importante para o futuro do país e os defensores da bancada governista argumentam pela necessidade em melhorar as normativas contidas na CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. Porém, muitos especialistas apontam críticas que desagradariam os trabalhadores. Por isso, é imprescindível um desenvolvimento dialogável junto à sociedade (De que modo isso seria possível?), colocando-a como protagonista nessas decisões. Contudo, o Estado e o poder midiático precisam integrar ações focadas no diálogo e transparência e, assim, permitir uma participação do povo brasileiro.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |