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Foi aprovada pelo Senado recentemente a nova Reforma Trabalhista, (Sem vírgula) que, segundo o próprio presidente, procura solucionar os problemas atuais relacionados à jornada de trabalho. Dentre as mudanças estão a ampliação das horas de trabalho, valores de multas maiores e proibições que se tornam agora possíveis, como por exemplo o emprego de mulheres grávidas em locais de trabalho insalubres.
Sem um diálogo social suficiente, a proposta foi aprovada como uma desculpa do governo para os brasileiros trabalharem mais e com isso esquecer da crise em que o país está passando. Em sua posse, com a frase (Dois pontos) “Vamos trabalhar e esquecer a crise”, o presidente Temer já prenunciava como seria seu mandato. Quem paga agora é o trabalhador, (Sem vírgula) que terá que tirar o Brasil da crise (Evite esse tipo de construção). Diante dos vários fatores que à a levaram, estão os diversos roubos que a operação Lava Jato investiga. Em outras palavras, são os cidadãos que precisam trabalhar mais para pagar os rombos nos cofres públicos. (Desenvolva mais o argumento utilizado)
A Reforma não está do lado do empregador nem do empregado, está do lado do próprio governo que precisa de dinheiro para solucionar a crise. Por isso ele precisa de mais gente trabalhando e maiores multas. Além disso, ela (Ela quem?) deixa que acordos entre empregador e empregado possam ser predominantes sobre a legislação. Isso remonta ao tempo do feudalismo, em que o Senhor e seu Vassalo precisavam entrar em acordos sobre o trabalho e o estado era mínimo. Também predominava o trabalho escravo, aspecto que pode ser comparado na nova Reforma atual que pode banalizar o trabalho exaustivo, pois permite até 12 horas de trabalho ou mais, variando com acordos. (Organize o desenvolvimento dos argumentos apresentados para que não fiquem como uma informação avulsa no texto)
Portanto, a Reforma Trabalhista nada mais é do que um projeto conservador e retrógado e (Vírgula) feito para solucionar a crise provocada pelo próprio governo. É necessário que a população faça valer a sua voz por meio de protestos e manifestações públicas, mostrando o seu descontentamento. Não só isso, mas também protestar nas urnas por meio do voto consciente nas eleições do ano que vem. Com um novo governo, é possível que hajam alterações nessas reformas que voltem a beneficiar o trabalhador e não o governo.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |