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Uma reforma trabalhista era necessária, devido a atual legislação trabalhista ser muito antiga. Mas (Vírgula) ao analisar a reforma recém aprovada (Vírgula) se faz faz-se necessário o levantamento de alguns postos para discussão. O primeiro deles é quem se beneficiaria com a atual reforma trabalhista e, segundo, o contexto da sua aprovação e (Vírgula) por fim (Vírgula) a justificativa para se fazer a reforma. (Desenvolvimento limitado. Apresente a tese)
O primeiro ponto a ser discutido é quem vai se beneficiar com a reforma trabalhista. O trabalhador? Acredita-se que não (Vírgula) pois após a sua aprovação quem comemorou não foi a classe trabalhadora e sim a empregadora, para alguns a reforma pode até significar um retrocesso nos direitos do trabalhador, levando em conta a flexibilização da jornada de trabalho, que pode exceder as 8 horas por dia chegando até 12 horas por dia. Em segundo lugar vem o contexto em que a reforma foi aprovada. Por um governo que tem uma aprovação por parte da população de menos de 10% e que chegou ao poder derrubando os resultados da última eleição. Em tempos de uma crise econômica e, principalmente, política no país. O terceiro ponto a ser discutido são as justificativas utilizadas pelo governo para a necessidade da reforma, uma das justificativas utilizadas foi a de que a legislação trabalhista em vigor era muito antiga e não condizia com a realidade do mercado de trabalho. Outra justificativa utilizada pelo governo foi a elevada taxa de desemprego no país, que já atingira a casa das dezenas de milhões.
Levando em consideração os moldes, contextos e justificativas, conclui-se que a reforma trabalhista como foi concebida nos últimos meses (?) seria mais um problema do que uma solução para o país. Uma reforma trabalhista não deveria retirar direitos já conquistados, como o da jornada de trabalho máxima. A taxa alta de desemprego no país é consequência da crise econômica que o país vive, não dos direitos dos trabalhadores. Por fim, um governo que não representa a grande maioria da população, levando em consideração que a grande maioria da população é composta de trabalhadores, não deveria ter feito uma reforma trabalhista tão delicada como esta. (Reformule e apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |