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No contexto atual, o objeto de discussão foi o sancionamento da reforma trabalhista pelo presidente Michel Temer. Nesse contexto (Use sinônimos), pode-se fazer alusão a teoria da luta de classe tendente entre a burguesia e proletariado, e segundo Karl Marx esses conflitos são vistos como impulsor que a sociedade dispõe contra o modo de produção imperativo. Sendo assim, ocorre a indagação dos que são a favor e contra o texto da reforma trabalhista. Dessa maneira, analisar e debate da matéria é fundamental em um Estado de Direito.
Os eruditos que são a favor do texto da reforma, (Sem vírgula) discorrem que ela será benéfica para a classe laborativa, pois a norma está condizente com a realidade da sociedade do século vinte e um. Assim, será regulamentado a terceirização do trabalho, o teletrabalho e o trabalho autônomo, que estimulará a criação de novos empregos, de forma a combater o desemprego que acomete 12 milhões de brasileiros. Outrossim, a nova lei trabalhista desmoraliza os esquemas sindicais fraudulentos que visão apenas o enriquecimento ilícito com o recebimento do imposto sindical que anteriormente era obrigatório. (Apresenta boas ideias, mas estão sendo discutidas)
Já os que são contra, (Sem vírgula) indagam que a reformulação da norma beneficia a classe burguesa e deixa a proletariada a mercê da autonomia do déspota. Vislumbra-se (Vírgula) nesse sentido, a perda de direitos do trabalhador como a não obrigatoriedade do vinculo empregatício. Além do endurecimento da Justiça Trabalhista para julgar lides envolvendo patrão e empregado, deixando para Justiça Civil alguns casos. Por esses motivos, os trabalhadores estão cada vez mais acuados diante do sistema impositivo que visa apenas garantir o lucro do empresário.
Destarte, medidas devem ser formuladas, (Sem vírgula) porque a norma trabalhista objetiva-se beneficiar somente o burguês. Desse modo, faz-se necessário a mídia propagar matérias jornalísticas sobre o tema, (Sem vírgula) para incentivar a nação brasileira a fomentarem movimentos coletivos contra a nova legislação. Ademais, a mobilização do Supremo Tribunal Federal é primordial para declarar inconstitucionalidade ao termo.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |