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Por definição, refugiados são pessoas que escaparam de conflitos ou perseguições em seus países de origem. Tal definição já deveria causar empatia imediata no cidadão de qualquer país, mas a realidade não é essa. Frequentemente essas pessoas chegam nos países em busca de segurança e de uma vida digna e são tratadas com preconceito e repúdio pela população e, muitas vezes, também pelo estado. (Apresente a tese)
Primeiramente, devemos perceber que os refugiados fazem parte da história da humanidade, pois perseguições étnicas, raciais, religiosas, de gênero e guerras civis são infelizes rotinas no nosso mundo. Mesmo assim a xenofobia acontece e um medo generalizado parece acometer os países que recebem refugiados, medo de que eles roubem seus empregos, que acabem com a economia (Explique o porquê disso).
Em segunda análise, podemos averiguar, ao longo dos anos, o surgimento de diversas ações ao redor do mundo em prol de um bom tratamento aos refugiados. A Organização das Nações Unidas (Vírgula), já em 1951, desenvolveu o Estatuto dos Refugiados, definindo os direitos básicos que devem ser dados pelos países que recebem refugiados (Quais?). Além desse estatuto, novas normas vêm sendo incorporadas ao direito internacional para estender a proteção a esse grupo, sempre norteadas pelos Direitos Humanos e pelo Estatuto dos Refugiados.
Finalmente, podemos concluir (Redundância) que ainda há muito a fazer da questão de oferecer refúgio, o preconceito, a xenofobia e outros problemas sociais ainda dificultam a aceitação e a integração dos refugiados em seus novos países. Sabemos que desconstruções culturais desse cálibre levam tempo e esforço, mas o que falta mesmo é desenvolver empatia, a simples habilidade de se colocar no outro e sentir a sua dor (Tipo de construção clichê). (Apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |