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O mundo tem enfrentado a pior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, em que milhares de pessoas são afetadas por guerras civis no Oriente Médio e desastres ambientais no Haiti, sendo obrigadas a imigrar para outro país, sofrendo com diversos problemas e preconceitos. (Apresente a tese. Reformule o parágrafo de introdução)
Entre eles, (Sem vírgula) existe a resistência dos países em recebê-los, por exemplo, o governo húngaro não os aceita, usando o discurso de querer “defender a cultura da Hungria e da Europa”. Essa xenofobia, que é o preconceito, aversão ou discriminação às pessoas oriundas de outros países, também é praticada por cidadãos, como o grupo anti-imigrantista “Polícia de Odin”, na Finlândia. (Discussão limitada)
No entanto, essa aversão pode ser amenizada ao informar mais a população que os recebe sobre os motivos dessa imigração (Quais motivos? Cite-os), mostrando que o fechamento das fronteiras resulta em mais desesperança e morte para os refugiados. É importante que as Organizações das Nações Unidas (ONU) relembrem aos Estados que, segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, toda pessoa tem direito a um nível suficiente de saúde e bem-estar, (Sem vírgula) com alimentação, alojamento, vestuário e assistência médica. (Vírgula) e E que negar o acesso à esses direitos é um crime contra a dignidade humana.
Além disso, muitas pessoas que conseguem adentrar os países não são legalizadas e acabam sendo contratadas por salários baixos e jornadas de trabalho excessiva, como tem acontecido com os haitianos no Brasil. Por isso, a legalização dessas pessoas ajuda a garantir seus direitos e beneficia o país, que poderá usufruir do conhecimento e da técnica desses profissionais, que na maioria das vezes são capacitados, auxiliando na economia nacional.
Portanto, a informação, a exigência do cumprimento dos Direitos Humanos e a legalização desses refugiados podem ser tentativas para resolver essa complexa crise. É necessário que os Estados e a população em geral, tenham atenção com essas pessoas, sabendo que a falta de empatia e cuidado com elas resultará em mais sofrimento e mortes. (Apresente a proposta de intervenção)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |