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Nos últimos anos, fatores de ordem política e social, dentre os quais se destacam os conflitos armados e perseguições, têm colocado em xeque a vida de milhões de pessoas inocentes que possuem como única relação com esses eventos o país onde vivem. Na busca de um lugar de paz e pela preservação da sua vida, elas dependem da humanidade de outros países para lhe concederem abrigo e, com isso, esperança de um recomeço.
Sob essa conjectura, cabe salientar que o amor ao próximo não é uma garantia aos refugiados. A ideia de abrigar pessoas que possuem outra cultura, outra religião, uma filosofia de vida distinta da que é partilhada no país de refúgio, tem gerado desconforto em alguns países. Desconforto esse que resulta em preconceito e repúdio a quem busca refúgio e como exemplo se tem a Turquia, que fechou sua fronteira com a Síria criando, ainda, uma zona de morte na área. Tal postura evidencia a ignorância de determinadas sociedades que desconsideram a situação de terror em que essas pessoas estão vivendo e ao fazê-lo desprezam a existência, a vida delas. (Tipo de construção clichê)
As vantagens em conceder asilo à quem busca por um se torna desprezível quando o preconceito enraizado na sociedade as anulam. Dessa forma, considerar uma pessoa pedindo refúgio como terrorista é simples – e é o principal argumento utilizado pelas nações que não querem ajudar – entretanto, ver ela como uma arma contra o terrorismo é difícil. Visto que grupos terroristas, como o Estado Islâmico, tem se aproveitado dos conflitos para formar exércitos, distanciar pessoas desses grupos resulta em atraso para eles e salva a vida dessas pessoas.
Destarte, é preciso que os governantes dos países que podem servir de asilo se coloquem no lugar de quem pede refúgio, a fim de que possam romper com as barreiras preconceituosas existentes dentro de si e posteriormente façam o mesmo na sociedade, criando programas de integração dos refugiados para deixar explícito à população que estão acolhendo pessoas de bem e que o Estado fomenta tal prática. Ademais, se faz necessário que a ONU (Organização das Nações Unidas) promova uma aproximação maior entre esses países, de forma que eles venham tomar decisões e traçar planos para a lidar com a crise dos refugiados juntos
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |