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O presidente dos EUA gerou muitas polêmicas ao longo de seus primeiros meses de mandato por causa de várias medidas de restrição de imigrantes e refugiados no país, dentre elas está a construção de um muro na fronteira com o México e a proibição da entrada de pessoas de sete países de origem muçulmana. Diante destas notícias fica evidente que a questão dos refugiados não é vista de forma positiva pela maior parte dos governantes e população, entretanto, será mesmo que a vinda de imigrantes em um país seja mesmo um problema?
As guerras, fome e o terrorismo são os principais fatores de tantos desabrigados que procuram por uma vida nova. Grande parte dos refugiados vem de países do Oriente Médio e procuram por novas oportunidades de vida em países da Europa e os Estados Unidos principalmente. O número de refugiados é o maior da história desde a Segunda Guerra Mundial, entretanto os problemas enfrentados pelos imigrantes continuam sendo os mesmos. O choque cultural, a xenofobia e a intolerância são o grande problema, os nativos têm a ideia de que essas pessoas irão roubar seus empregos e aumentar a insegurança. Se não bastasse isso, os muçulmanos sofrem exclusão social pela relação da religião islâmica com o terrorismo, gerando assim medo e desconfiança da população. (Desenvolva mais as ideias)
Precisa-se entender que a vinda de pessoas de outros países pode ser positiva para a economia. Uma pesquisa recente mostrou que 21% dos sírios que estão migrando para a Alemanha possuem curso superior, isso de alguma forma traz novas experiências para grandes empresas além de novas oportunidades de negócios, derrubando aquela velha ideia de que imigrantes poderiam aumentar a violência em um país. A pluralidade cultural é outro ponto positivo que a imigração possibilita, trazendo assim para a população um maior conhecimento de mundo e o respeito às as diversas culturas.
Portanto, medidas que facilitam a legalização da entrada de refugiados são muito necessárias, já que muitos destes não possuem documentos por ter perdido tudo em guerras e desastres. Além disso, políticas públicas que incentivam a abertura de pequenas empresas por estrangeiros e sistemas de cotas para refugiados entrarem em universidades são de extrema importância, assim como campanhas de conscientização contra o preconceito e a xenofobia em veículos de comunicação. Desta forma, os refugiados teriam um lugar para recomeçar suas vidas e deixariam de ser um grande problema.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |