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Desde tempos passados o Homem busca a paz fugindo de guerras que assolam seus países de origens, a exemplo da Segunda Guerra Mundial, a Guerra da antiga Iugoslávia e, atualmente as Guerras Civis nos países do Oriente Médio. Nos dias atuais, os países de níveis economicamente desenvolvidos e subdesenvolvidos estão recebendo uma alta demanda de nações (Ficou estranho), em sua maioria muçulmanas, refugiados que buscam segurança e proteção de vida em detrimento as guerras.
O Brasil é um desses países que comportam esses refugiados em seu território, no qual, (Sem vírgula) dados estatísticos da CONARE (Comitê Nacional para os refugiados), do Ministério da Justiça e Segurança Pública apontaram que o Brasil possuí cerca 9.552 refugiados de 82 nações, um aumento de 12% em relação ao ano de 2015.
As maiores problemáticas que, (Sem vírgula) tanto os imigrantes, (Sem vírgula) quanto os brasileiros enfrentam diante disso são, respectivamente (Vírgula) o idioma, as culturas, a empregabilidade e a tolerância juntamente com o respeito mútuo. Há sempre um choque cultural entre os povos que, muitas vezes (Vírgula) acabam por provocar ações etnocêntricas, principalmente por parte dos brasileiros por não conhecerem as tradições e costumes do próximo, gerando assim, (Sem vírgula) uma sensação de medo. Outro ponto importante que vale destacar são as muitas dificuldades de se estabelecerem na nova nação em função de moradia, trabalho e educação.
De acordo com a Convenção de 1951, a ONU (Organização das Nações Unidas) formulou junto com os países membros que “nenhum país pode expulsar um refugiado sem razões específicas graves, sendo de melhor opção o acolhimento do imigrante”.
Sendo assim, para sanar os problemas gerados por essas imigrações, os governos (Municipais, Estaduais e Federal) precisam em parcerias preparar de forma bastante educativa a população, a começar pelas crianças e jovens em escolas de todo o país, para minimizar as discriminações, a xenofobia e o preconceito com palestras e diálogos em salas de aulas.
Também é necessário abrir espaços através de programas governamentais para dar empregos e acesso à moradias a esses refugiados sem escravizá-los (que ocorre com frequência em empresas, fábricas e indústrias que burlam as Leis) com ajuda da fiscalização, tendo em vista que, segundo pesquisas (Sem vírgula) cerca de 23% desses já vem com escolaridade, graduação, e alguns até com doutorado, levantando campanhas de incentivos as empresas à contratarem essas pessoas e criando novas oportunidades para que estes trabalhem junto com os próprios brasileiros beneficiando assim, tanto esses estrangeiros que terão emprego legal, quanto o Brasil que terá mão de obra dentro dos parâmetros legais, pois já passou da hora de nosso país atender as necessidades de ajuda dessas pessoas que somente buscam a liberdade e segurança.