Tema: Os refugiados e a tentativa de buscar sobrevivência em outros países: imigração e xenofobia

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 10/07/2017
Nota tradicional: 550
Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

De acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (Conare), em 2016, o número de refugiados no Brasil foi maior que 9 mil. E muitos deles não conseguem reconstruir suas vidas, (Sem vírgula) por causa da xenofobia e falta de assistência. Nesse contexto, discute-se as dificuldades de adaptação e preconceitos sofridos pelos fugitivos de guerras.

Conforme H.G. Wells: "Se não acabarmos com a guerra, a guerra vai acabar conosco". Além de muitas mortes, os combates proporcionaram desestabilização, expulsando a população de seus respectivos países. Então, cada imigrante que está fugindo de guerras, violências e/ou perseguições, estão enxergando esperança no Brasil. Pois há grande apoio judiciário partindo do Conare, que é composto por vários órgãos, incluindo a Cáritas (ONG); mas a assistência pessoa e profissional são quase nulas, tornando difícil a relação dos imigrantes com os brasileiros e aumentando a instabilidade financeira. A exemplo disso, a arquiteta (Qual arquiteta? Mencione o nome) refugiada da Síria, entrevistada pela GloboNews, no especial "Refugiados no Brasil", que contou que um dos obstáculos é não conhecer ninguém na área de arquitetura.

Outro problema, (Sem vírgula) é o preconceito de uma parte da população brasileira com relação a cultura, cor e religião deles. Estes são rotulados de terroristas, estupradores, assassinos e ladrões. Tal preconceito é crime e não deve haver generalização dos refugiados, pois grande parte está fugindo da desordem e da violência de seus países e tem muito o que oferecer cultural, pessoal e intelectualmente.

Portanto, para que haja maior aceitação dos refugiados, faz-se necessário que a Polícia Federal investigue ao máximo a vida de cada solicitante de refúgio, não permitindo a permanência de nenhum terrorista ou criminoso; o Conare deve promover mais ajuda a eles, fazendo portfólios e os auxiliando na divulgação dos trabalhos; a mídia deve compartilhar anúncios publicitários que incentivem a população brasileira a não agir mais com preconceitos. Dessa forma, não haveria medo por causa de possíveis ameaças terroristas e os refugiados conseguiriam reconstruir suas vidas.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 150 Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 550 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos