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De acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (Conare), em 2016, o número de refugiados no Brasil foi maior que 9 mil. E muitos deles não conseguem reconstruir suas vidas, (Sem vírgula) por causa da xenofobia e falta de assistência. Nesse contexto, discute-se as dificuldades de adaptação e preconceitos sofridos pelos fugitivos de guerras.
Conforme H.G. Wells: "Se não acabarmos com a guerra, a guerra vai acabar conosco". Além de muitas mortes, os combates proporcionaram desestabilização, expulsando a população de seus respectivos países. Então, cada imigrante que está fugindo de guerras, violências e/ou perseguições, estão enxergando esperança no Brasil. Pois há grande apoio judiciário partindo do Conare, que é composto por vários órgãos, incluindo a Cáritas (ONG); mas a assistência pessoa e profissional são quase nulas, tornando difícil a relação dos imigrantes com os brasileiros e aumentando a instabilidade financeira. A exemplo disso, a arquiteta (Qual arquiteta? Mencione o nome) refugiada da Síria, entrevistada pela GloboNews, no especial "Refugiados no Brasil", que contou que um dos obstáculos é não conhecer ninguém na área de arquitetura.
Outro problema, (Sem vírgula) é o preconceito de uma parte da população brasileira com relação a cultura, cor e religião deles. Estes são rotulados de terroristas, estupradores, assassinos e ladrões. Tal preconceito é crime e não deve haver generalização dos refugiados, pois grande parte está fugindo da desordem e da violência de seus países e tem muito o que oferecer cultural, pessoal e intelectualmente.
Portanto, para que haja maior aceitação dos refugiados, faz-se necessário que a Polícia Federal investigue ao máximo a vida de cada solicitante de refúgio, não permitindo a permanência de nenhum terrorista ou criminoso; o Conare deve promover mais ajuda a eles, fazendo portfólios e os auxiliando na divulgação dos trabalhos; a mídia deve compartilhar anúncios publicitários que incentivem a população brasileira a não agir mais com preconceitos. Dessa forma, não haveria medo por causa de possíveis ameaças terroristas e os refugiados conseguiriam reconstruir suas vidas.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |