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Quando se pensa a respeito dos refugiados e da tentativa de buscar sobrevivência em outros países, convém discorrer sobre as formas de inserir o imigrante na sociedade. Isso conduz a dois pontos de maior atenção: a falta de um processo estruturado das organizações mundiais perante o movimento migratório – o que pode diminuir a xenofobia- e os aspectos positivos oriundos desse movimento quando coordenado.
Primeiramente, é evidente que organizações como a ONU (Organização das Nações Unidas), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) e UNICEF (Fundação das Nações Unidas para a Infância) realizam um ótimo e louvável trabalho, porém, (Sem vírgula) falta ainda um processo holístico no resgate, na orientação e na absorção, de forma gradativa, dos refugiados nos países destinatários. Um exemplo disso ocorreu quando famílias sírias desembarcaram em Santos-SP sem um plano de estruturação a longo prazo. A solução de tal impasse seria mais fácil se houvesse a formação de uma equipe psicossocial para tratar, de forma iminente, dos problemas traumáticos da migração. Depois de organizada essa situação, seria interessante realizar a integração dos sírios com a sociedade local, visando amenizar ações xenófobas e o impacto do choque cultural.
Após a realização desse primeiro contato – e continuando o processo estruturado anteriormente citado - pode-se pensar em possíveis passos futuros como a inserção dos refugiados na economia local por meio de festas temáticas, restaurantes temáticos e a venda de produtos típicos. O aspecto cultural também seria enriquecido com a nova linguagem e novos costumes oriundos dos imigrantes.
Por fim, tendo em vista a situação discutida, é possível entender que existem aspectos positivos nos movimentos migratórios, como enriquecimento cultural e aquecimento da economia. Nesse sentido, vale pensar que casos de xenofobismo podem ser amenizados se o processo de integração dos imigrantes ocorrer de forma estrutural e gradativa. Para que isso ocorra, países e organizações devem melhorar suas políticas sobre processos migratórios e trabalhar de forma contínua em programas engendrados na inserção de imigrantes.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |