A empatia que não se conhece.
Tema: Os refugiados e a tentativa de buscar sobrevivência em outros países: imigração e xenofobia
No Brasil contemporâneo, a maior parte dos migrante são haitianos que cresceram consideravelmente desde 2010. A Alemanha é outro país que possui grande receptividade com imigrantes, os números são enormes, maiores vistos desde a 2ª guerra.
É inegável que após o terremoto do Haiti em 2010, que deixou em torno de 150 mil pessoas mortas e outras centenas de milhares sem casa ou qualquer tipo de abrigo, a imigração desses sobreviventes para o Brasil aumentou consideravelmente. O governo brasileiro estima que cerca de 45 mil haitianos tenham vindo ao Brasil até o final de 2016. A receptividade dessa população no país sofre alguns percalços como a xenofobia, adaptação a língua e enquadramento no mercado de trabalho.
Ainda convém lembrar que nos países da Europa como, por exemplo, a Alemanha (Vírgula) a situação é praticamente idêntica, pois o país acolhe principalmente refugiados da Síria. O governo Alemão informa que já acolheu mais de 1,5 milhão de migrantes até 2015. A inserção no mercado de trabalho no país de Europa é bem visto, além de ser um aumento no PIB é também um rejuvenescimento da população Alemã que é considerável de meia idade com grande parte da população idosa. Existe por parte do país Europeu um planejamento (Que planejamento é esse? A informação não está evidente no texto) e programação para o acolhimento destes imigrantes, cursos de aperfeiçoamento e oportunidades de ensino em nível superior, e também oportunidades no mercado de trabalho.
Indubitavelmente (Vírgula) a acolhida de migrantes ou refugiados ainda sofre com o problema da xenofobia e empatia da população local. Um investimento por parte do governo em programas de enquadramento dessa população em cursos de línguas, enfoque na indústria para o engajamento no mercado de trabalho e condições de moradia digna, devem ser de suma importância para a quebra desse paradigma.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 150 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 550 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |