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O Brasil vem enfrentado forte crise política devido aos escândalos de corrupção noticiados nos últimos dias. Muitos dos políticos que estão no poder têm governado em benefício próprio e não a favor da sociedade. Com isso surgem movimentos sociais parecidos com os da década de 1980 pedindo eleições diretas Já. Corruptos não representam seu povo e precisam ser punidos e não mais eleitos.
Em maio de 2017, conforme amplamente divulgado pela impressa brasileira, o empresário Joesley Batista em delação premiada revela um esquema de corrupção envolvendo o mais alto cargo (Vírgula) do o executivo. O presidente Michel Temer é acusado de comandar um grupo criminoso que exigia dinheiro de empresários em troca de favorecimentos como o perdão de impostos. Isso motivou a mobilização de instituições como centrais sindicais e a UNE pedindo o impedimento de Temer e novas eleições diretas ainda este ano. Caso Temer seja afastado, conforme a constituição, o presidente da câmara dos deputados deve convocar eleições indiretas.
O mesmo empresário, com auxílio da Polícia Federal, mostrou provas de corrupção ativa por parte do senador e presidente do PSDB Aécio Neves. Estes fatos deixaram a sociedade brasileira descrente da classe política. Pelas redes sociais inúmeras figuras públicas do meio artístico têm convocado os cidadãos a se manifestarem nos espaços públicos.
Precisamos escolher bem nossos representantes e fiscalizar seu trabalho. Um programa educativo precisa ser feito nas escolas para o preparo dos futuros eleitores. Mostrar quais são as funções dos nossos representantes e principais erros cometidos. Os meios de comunicação como rádio e TV podem vincular campanhas com o mesmo conteúdo. Em casos comprovados de crimes precisamos nos mobilizar para que eles sejam punidos e impedidos de prosseguir com seus delitos ou até mesmo de se candidatarem novamente. O voto não acaba na eleição e a mobilização social é essencial para não aceitemos qualquer coisa.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |