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O Estado é o valor máximo a reger instituições, cuja finalidade é o convívio harmonioso. Por esse viés, John Locke o definiu como instrumento a otimizar o direito à vida. Os movimentos sociais, igualmente, enaltecem esse conceito, pois assiste-se não só à a luta histórica por reivindicações, senão o exercício da cidadania. Nesse prisma, resta entender o legado das manifestações.
De início, nota-se que a Constituição de 1988 assegura o fato de todo indivíduo ser livre de exercer protestos. Nesse prisma, dos séculos XX ao XXI os brasileiros mobilizaram suas reivindicações sociais (Dê exemplos). Por certo, em 1917, verificou-se o levante de trabalhadores metalúrgicos devido às as péssimas condições trabalhistas; ademais, na década de 60, estudantes protestaram contra seus líderes em face da ditadura no país. Outrossim, hodiernamente, brasileiros lutam por um país sem corrupção. Posto isto, constata-se a raiz histórica das manifestações sociais no Brasil. (Qual é a relação desses movimentos citados por você com a Constituição de 88? Deixe evidente no texto)
Ademais, o basilar princípio da cidadania humana deve ser o parâmetro ao combate à corrupção nacional. Nessa esteira, Norberto Bobbio já consagrara a necessidade de a máxima, segundo a qual: (Aspas duplas) ‘A cidadania é uma luta diária’ (Aspas duplas). Os manifestantes, assim, devem mobilizar levantes contra os desvios de verbas, a corrupção estatal e a negligência dos políticos ante seus afazeres. Depreende-se desse contexto não outro resultado a não ser o papel do brasileiro na preservação das institucionais nacionais.
Destarte, entendem-se as causas por que os movimentos sociais são importantes ao país. Ao Estado, assim, cabe o dever de dialogar com manifestantes as reivindicações sociais por meio de reuniões e debates públicos. À escola, igualmente, cabe o papel de estimular os jovens, por via de palestras de líderes manifestantes, a compreensão acerca das manifestações. Por tudo isso, essas ações constituem o caminho a enaltecer os movimentos sociais no país.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
200 |
Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 |
150 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
150 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
150 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
150 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
800
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |