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O bullying, (Sem vírgula) é um termo etimológico da língua inglesa, (Sem vírgula) que significa forma de agressão intencional física, verbal e moral na qual é direcionada a uma ou mais pessoas, com a intenção clara de humilhar, ridicularizar e oprimir. Este pode ocorrer de forma velada ou de modo explícito, e pode ocorrer em qualquer contexto social (escolas, Universidades, famílias, vizinhanças e trabalho).
Segundo a educadora e autora Cléo Fante (Vírgula) “O bullying é uma das formas de violência que mais crescem no Mundo”, e também porque não dizer umas das que mais fazem vítimas fatais. São vítimas fatais tanto aqueles que cometem bulicídio (?) quanto aqueles que morrem vítimas de atitudes extremas tomadas por vítimas de bullying.
Isso porque vítimas de bullying têm mais chances de desenvolver transtornos de humor, alimentares, distúrbios de sono, ansiedade e depressão em algum momento da vida (Por quê?); (Vírgula) o que demostra que o bullying é um assunto sério e que deve ser tratado com seriedade, principalmente pelas escolas, que é o ambiente onde isso ocorre com maior frequência.
Em um estudo feito (Por quem? Cite no texto) com alunos, 51,8% dos alunos praticantes de bullying, os chamados bullies, afirmaram que nunca receberam nenhum tipo de orientação ou advertência por seus atos e 41,6% dos alvos de bullying também revelaram que nunca relataram o ocorrido. E por que isso acontece? Porque falta uma política melhor anti-bullying nas escolas; (Vírgula) porque as escolas e a sociedade não estão dando a devida atenção ao bullying (Cuidado ao afirmar isso), e isso precisa parar.
Existem inúmeros caminhos a serem tomados para acabar com o bullying nas escolas e acabar com esse aumento na taxa de suicídio entre os jovens (Quais caminhos?).
Se forem tomadas medidas como discussão sobre o tema em sala de aula; conscientização dos alunos sobre os efeitos nocivos dessa política; conscientização dos pais a cerca acerca de preconceitos trazidos dos lares; conscientização da sociedade a cerca acerca da falta de valores; fortalecimento da autoestima, pois não existe um padrão a ser seguido, e cada um é como é; apoio e amparo psicológico para vítimas de bullying e também para os que praticam o bullying, pois o psicológico de ambos não está saudável; trabalho com espectadores do bullying, pois esses endossam a agressão, que riem, aplaudem, ou se omitem diante das agressões; conscientização sobre o cyberbullying, que muitas vezes é apenas uma extensão do que já está acontecendo no ambiente escolar e tantas outras medidas que pode ser tomadas para conscientizar os jovens de que nem tudo é brincadeira, que alguns rótulos marcam a vida das pessoas e que devemos sempre saber lidar com as diferenças.
Caminhos para acabar com essa prática há (Vírgula) e muitos, (Ponto final) Mas o que deve estar bem claro na cabeça de todos (pais, escolas, alunos, sociedade etc.) é que o bullying tido (Vírgula) às vezes (Vírgula) como “brincadeira” pode destruir vidas e que devemos acabar com essa prática antes que ela faça mais vítimas e acabe com o que chamamos de sociedade.