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As sociedades alteram-se se alteram bastante com o tempo, porém certas questões permanecem, como é o caso do bullying, que vem sendo tratado como um sério problema da atualidade. Entretanto, ainda é banalizado e visto como um ato de fraqueza da vítima, enquanto, na realidade, é grave e pode gerar comportamentos depressivos nos jovens.
É fato que o bullying é desprezado pela população brasileira, (Sem vírgula) que, em sua maioria, o considera apenas uma brincadeira entre jovens. Contudo, não sabe que, em 2016, 46% dos jovens disseram ter sofrido algum tipo de preconceito na escola. Tal banalização contribui intensamente para o crescimento desse problema no Brasil, pois muitos pais e responsáveis acreditam que isso logo passará, e as vítimas não têm coragem de assumir para familiares ou um especialista com o receio de sofrer algum tipo de repressão. É inadmissível que a falta de seriedade com a qual o bullying é tratado interfira na vida das pessoas com esse problema.
Ademais, o bullying também leva a outros casos, como a depressão e até o suicídio, que vem crescendo entre os jovens, como abordam as obras juvenis ''Os treze porquês'' e ''Por lugares incríveis'', que têm em comum o suicídio dos protagonistas, (Sem vírgula) devido ao preconceito. Muitos desses jovens acumulam diversos problemas escolares e também familiares até chegar a um ponto que para eles é o final, tirando a própria vida como forma de resolver tudo. Logo, é um absurdo que a sociedade e o Governo continuem vendo esses problemas e não façam mudanças (Dê exemplos de mudanças) para reverter o caso e valorizar a vida de todos.
Por conseguinte, o Ministério da Educação (MEC) precisa promover, nas escolas, palestras com psicólogos e comunidade escolar, ressaltando a seriedade do bullying, a fim de informá-los sobre as suas consequências. Outrossim, para que a depressão e o suicídio entre jovens sejam reduzidos, é necessário que sejam criadas ONGs de valorização à vida, com encontros entre jovens, dentre eles, os com depressão. Dessa forma, o respeito nas escolas será conservado e a sociedade poderá amenizar esse grave problema.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
150 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
550
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |