Quem assumirá a segurança do nosso país?
Tema: Discutindo a segurança pública
Cidadãos vivendo reféns em suas próprias casas, nas ruas, nos bairros. Essa é a situação de uma parcela considerável da população do nosso país.
Isso por que em alguns lugares, principalmente de classe baixa, o sistema dos três poderes não é usado. Não existe legislativo, executivo e judiciário se controlando em benefício de um bem comum. E sim a tomada de poder por grupos organizados e fortemente armados.
A lugares em que os criminosos assumem o poder. A população tem que se sujeitar a quadrilhas e traficantes. Outras vezes quem toma esse lugar são os próprios defensores da população, grupos policiais conhecidos como Milícia entram em favelas, expulsam os traficantes e passam a ditar as suas ordens para os moradores. Em ambos os casos os moradores tem que enfrentar tiroteios com balas-perdidas, toque de recolher e morte de inúmeros inocentes.
Está mais do que na hora de nossas lideranças políticas tomarem o controle da situação e elaborarem um forte plano de melhoria do nosso sistema de segurança. Desde a criação de leis que melhorem nosso sistema jurídico para que julgamentos possam ser realizados mais rápidos e diminuam a impunidade. Até a melhoria de salários, modernização de equipamentos e acompanhamento psiquiátrico para nossos policiais que atuam nas ruas.
Está claro que somente o aumento do piso salarial para a classe policial não resolvera o problema, assim como não resolveu o problema da educação quando o piso foi criado para os professores, por isso as ações de melhoria só trarão resultados, quando elaborados por um grupo devidamente preparado e não por pressão da população ou o choque de algum crime hediondo.
Infelizmente hoje a nossa policia não transmite confiança para a sociedade, os mais pobres muitas vezes o temem e os mais ricos os consideram despreparados. A grande verdade é que essa visão não pode continuar, pois quando o crime organizado resolve atacar (como no caso do PCC em São Paulo), é com eles que vamos contar.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |