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Em todos os países do mundo o bullying é um problema crônico nas escolas e as formas de agressão entre os alunos são das mais variadas e podem acontecer em quase todos os níveis da fase escolar, desde o primário até os últimos anos do ensino médio, por exemplo. Bullying é a prática de atos violentos, intencionais e repetitivos, (Sem vírgula) contra uma pessoa indefesa, que podem causar danos físicos e psicológicos às vítimas dentro e fora dos educandários
Na escola, segundo o programa anti-bullying do Instituto Olweus, o relacionamento professor-aluno é fundamental. (Sem ponto final. Use a vírgula) pois é por meio desse disso que o bullying pode ser identificado,(Ponto final) Mas, para que isso ocorra, os docentes devem ser treinados de forma adequada para que saibam lidar com tal situação. Ou seja, o professor deve entender o conceito de bullying para que, caso isso ocorra, ele interfira defendendo o agredido, mostrando ao agressor que isso é errado e, assim, ensinando aos observadores a não si manterem calados diante disso.
E fora do colégio, (Sem vírgula) a vítima apresenta dificuldades de comunicação, o que influência negativamente a sua capacidade de desenvolvimento em termos socias, profissionais e emocionais. Cleo Fante, a maior especialista do Brasil em bullying, diz que a ação maléfica deste ”traumatiza o psiquismo de suas vitimas, provocando um conjunto de sinais e sintomas muito específicos, caracterizando uma nova síndrome”, denominada de Síndrome de Maus Tratos repetitivos, onde em que o castigado estará predisposto a reproduzir a agressividade sofrida ou a reprimi-la, comprometendo o seu processo de socialização.
Buscando combater o bullying, as instituições de ensino devem si conscientizar. Os educandários têm de fomentar o pensamento crítico dos alunos, criando grupos de debate, organizando palestras, promovendo empatia por meio de dinâmicas, convocando reuniões com os pais e deixando sempre claro que aquele local é livre de todas as formas de agressão.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |