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Agressões verbais, (Sem vírgula) e físicas, sem direito a se defender de defesa, são denominadas bullying. Esse termo é de língua inglesa, que tem o significado "valentão". Isso é horrendo e comum (Vírgula) mesmo sendo totalmente inadequado nas escolas do nosso país.
Alunos de todas as idades, do mais inteligente ao que possui menos conhecimento (Como assim? Cuidado ao fazer essee tipo de colocação. Realmente é possível dizer que uma pessoa é mais inteligente que a outra? Reflita), de outra raça, acima ou abaixo do peso são alvos deste desse problema. Cerca de 40% afirmam ter passado ou passam por esse problema na escola. O bullying pode acarretar problemas aos adolescentes e crianças, prejudicando o rendimento, (Sem vírgula) e seu bem-estar. São poucos os que são sinceros com seus pais, acabam ficando com medo do que pode acontecer. E ficam naquela, sofrendo sozinhos. Alguns podem até pegar trauma, e “estragando” com o seu psicológico. Enquanto estão no ensino médio e fundamental a maioria ainda está sob comando de seus pais ou responsável. Então é muito claro que tomariam alguma atitude em relação ao adolescente.
Como isso ocorre na escola, nenhum pai ou mãe, seja o que for, está presente para ver pelo o que seu filho está fazendo ou está passando. (Cuidado, mais uma vez, ao afirmar isso)
Portanto (Vírgula) julgo necessário que professores dentro da sala de aula, que percebam, e uma parte da equipe pedagógica, tente perceber, (Sem vírgula) algum tipo de comportamento estranho do aluno, e comuniquem imediatamente aos pais. Deve também existir uma conversa, (Sem vírgula) que seja bem relevante, (O que seria uma conversa relevante?) não ameaçando. Só que por mais que isso possa não resolver, vai chegar um ponto por ainda não serem responsáveis, vão começar pensar e refletir “o que aconteceria se fosse comigo?”. Através Por meio de um comportamento é possível perceber o que pode estar passando por isso. Incentivando nas reuniões, para que os pais mesmo que já estejam tornem mais presentes na vida escolar do alunos. Isso pode fazer a diferença.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
50 |
Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
50 |
Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
250
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |