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O termo bullying, surgido na Noruega, na década de oitenta, deriva da palavra inglesa "bully", que pode ser traduzida como ameaçar, enfrentar ou intimidar. Assunto recorrente nos dias atuais, as agressões - que podem ser físicas ou verbais - assustam os pais e educadores (Por quê?). É uma das formas de agressão que mais cresce no mundo (Vírgula) e já possui classificações como o cyberbullying - que se dá no ambiente digital.
Praticado pelos valentões- aqueles mais fortes e intolerantes às diferenças - sobre os mais fracos - ou aqueles diferentes dos padrões - (Quais padrões? Cite-os no texto) o bullying não é recente, mas existem divergências entre as apelidações de antigamente e as intimidações atuais. Segundo a Telma Vinha, doutora em psicologia e professora da Unicamp, o comportamento nocivo de hoje é evidenciado por quatro características: intenção de ferir o alvo, repetição da agressão, presença do público e a concordância do alvo com relação às ofensas.
Depois de identificado, esse problema deve ser resolvido. Para isso, a Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção á Infância e Adolescência) sugere as seguintes atitudes: conversar com os alunos e pais e escutar atentamente as reclamações, estimular os envolvidos a informar os casos, criar regras de disciplina nas escolas, estimular lideranças positivas entre os alunos e interferir nas agressões visando quebrar a dinâmica do bullying. "Quando o alvo supera o motivo da agressão, há uma desmotivação do autor" (Vírgula) diz Telma Vinha. Já o pediatra Lauro Monteiro Filho recomenda que se faça a inversão dos papéis. "Essa inversão é muito útil para que o agressor entenda o que se passa na cabeça do agredido".
Por fim, nota-se que é possível combater tal prática. Precisa-se de certo envolvimento das escolas e das famílias. Ensinar,desde cedo, que as diferenças - físicas, psicológicas, raciais - fazem parte da nossa sociedade e devem ser respeitadas é a chave para um futuro melhor.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
450
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |