Bullying, a problemática estável

Tema: Caminhos para acabar com o bullying na escola

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 12/05/2017
Nota tradicional: 400
Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

O bullying pode ser caracterizado como qualquer tipo de violência física ou psicológica, que é pré determinada predeterminada nas " minorias da sociedade ", (Ponto final) Desse modo, percebe-se que em âmbito escolar,(Sem vírgula) essa prática é vista de forma corriqueira e muito pouco se fala sobre isso. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como a maneira que o bullying foi normalizado e a forma como os familiares tratam dessa essa problemática.

Em uma primeira análise, cabe pontuar que a maioria dos atos de opressão (Dê exemplos) ocorrem em ambiente escolar. As vítimas são menosprezadas e qualquer acontecimento já os fazem ser reprimidos por seus colegas. Ademais, os motivos para tal barbárie são irrelevantes (Desenvolva essa ideia no texto), jovens sofrem constantemente com agressões psicológicas, (Sem vírgula) que podem ser piores que as físicas. A pessoa se sente menos que as outras por um motivo tal. Indubitavelmente, a ajuda de psicólogos se faz (faz-se) necessária para atenuar esse problema.

Além disso, a forma com que a família esse transtorno é uma das razões para a vítima se manter calada (Problema na construção de sentido). Pais, mães e responsáveis estão acostumados a usar de comparações para diminuir a intensidade desse empecilho, fazendo analogias com a época em que nasceram, o que acaba deixando o sujeito sem ter fontes para recorrer. Por conseguinte, a tendência é de agravamento, onde (em que)  o cidadão, em um estado de inconsciência, tenta buscar na automutilação (Vírgula)e até mesmo no suicídio (Vírgula) a saída para todos os seus impasses.

Infere-se, portanto, (Redundância) que o bullying presente nas escolas é um agravamento ao convívio da sociedade e (Vírgula) como tal, deve ser sanada. De início, psicólogos devem disseminar palestras em âmbito social, sendo aplicadas em comunidades, escolas e etc.,para que possa se dar o devido apoio moral às vítimas e aos causadores da problemática. Cabe ainda, (Sem vírgula) à escola orientar seus alunos, transferindo valores (Quais valores?) para formar cidadãos e implementar projetos voltados para diminuir a reincidência dos casos, pois, segundo o filósofo Immanuel Kant, (Dois pontos)  "O ser humano é aquilo que a educação faz dele".
 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 50 Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 400 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos