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O Bullying, palavra inglesa utilizada para definir o comportamento violento de agressão e intimidação sofrido por milhares de crianças e adolescentes pelo mundo, é assunto constante da pauta de reuniões de pais e professores. Nestas reuniões, o único consenso que se chega é que a solução final parece inalcançável (Por quê? Desenvolva essa ideia no texto). No entanto, haveria algum caminho para acabar de vez com este (esse) problema nas escolas?
A falta de respeito e de empatia são características comuns aos agressores, (Ponto final) estes muitas vezes desequilibrados emocionalmente procuram na violência uma forma de expurgar sua irá (ira), resultante de frustrações emocionais e de maus exemplos comportamentais (Dê exemplos. Desenvolva mais essa ideia nesse parágrafo de desenvolvimento). A falta de conselhos, exemplos e atenção, (Sem vírgula) que estes (esses) jovens não receberam de seus pais, são provavelmente a maior fonte de suas atitudes negativas.
É comprovado (Por quem?) que o maior controle sobre as interações sociais das crianças, (Sem vírgula) pode reduzir em muito o número de ocorrências deste tipo de situação. Porém, desta forma, (Sem vírgula) não estamos (Não use primeira pessoa no texto dissertativo-argumentativo) atacando o mal pela raiz, agindo na consequência e não diretamente na causa do problema, a motivação que estas (essas) crianças tiveram para reagirem desta (dessa) maneira.
Logo, o problema do Bullying, nos colégios, (Sem vírgula) pode sim alcançar níveis muito baixos com a repreensão através (por meio) de pais e professores. Mas a medida definitiva que irá mudar o comportamento permanentemente destas crianças, tornando-as cidadãos mais humanos e compreensíveis, será a medida do amor e do exemplo. A aproximação, a conquista da intimidade entre pais e filhos, de forma a suprir todas suas carências e faltas, não deixará espaço para revoltas e amarguras, que resultariam em agressões. Somente o amor e o exemplo podem influenciar de verdade para o fim destes episódios.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |