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No século XVIII, o filósofo Jean-Jacques Rousseau já afirmava em sua tese sobre a ideologia do Contrato social, o seguinte: “O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”. Indiferente àquela época, atualmente o universo escolar e todas as suas descobertas podem desencadear posturas intimidadoras em muitas crianças que inocentemente (Vírgula) ou não, criam apelidos e passam a agredir verbal ou fisicamente seus colegas, constituindo (Vírgula) assim (Vírgula) o famigerado bullying.
Pesquisas realizadas nas capitais brasileiras apontaram que mais de 40% dos alunos de escolas públicas e particulares são vítimas de bullying, alertando (Vírgula) desta forma, não só os pais e responsáveis, mas também as escolas, (Sem vírgula) que têm o dever de monitorar os alunos a fim de evitar tais atos violentos (Dê exemplos desses atos violentos). Todavia, o panorama dessas instituições, principalmente as públicas, deixa claro a deficiência no quadro de profissionais responsáveis por essa inspeção escolar; (Vírgula) seja por fatores orçamentais ou de infraestrutura.
Obviamente não cabe à escola moldar o caráter e as condutas de seus alunos a fim de melhorar o convívio de todos. O ditado popular “a educação vem de casa” é muito bem vindo ao se discutir essa problemática já que (Vírgula) na maioria das vezes, os praticantes de bullying vêm de famílias desestruturadas cujo relacionamento afetivo e o diálogo entre seus membros são precários ou mesmo escassos. Condições adversas como essas devem ser instrumentos na reestruturação do ambiente escolar, (Ponto final) Precisa ser mútua a ação da escola que possui sim, o dever de oferecer educação de qualidade e bem estar dos alunos no local;(Sem ponto e vírgula) e fora delas, (Ponto final) Os pais e responsáveis precisam sempre estar atentos ao isolamento social das vítimas ou mudanças de comportamento, como a agressividade, pelos alunos intimidadores.
Dado isso, é extremamente importante a devida assistência aos alunos de forma constante; (Ponto final) O problema do bullying (Vírgula) como todos os outros(Vírgula) deve ser discutido abertamente com alunos e toda a comunidade. Assim, o apoio psicopedagógico, se possível, e o diálogo frequente são ferramentas essenciais na luta contra essa modalidade de violência que pode causar danos psicológicos permanentes e irreversíveis para aqueles que sofrem com essas intimidações.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
100 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
500
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |