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Muito se tem falado sobre o bullying. Estudado, analisado e combatido. Sim, combatido com palavras. Não com atos. Não com atitudes. Nada de realmente eficaz. E assim, ele permanece vivo, fazendo vítimas nas escolas, nas empresas, em todo meio e lugar. Está presente entre os povos de todo o planeta há séculos, milênios. Portanto, é quase impossível de ser extirpado. O prazer com o sofrimento alheio está no cerne, no âmago das pessoas. Durante o Império Romano, na perseguição aos cristãos, quando estes eram atirados aos leões e na política do pão e circo, quando aconteciam espetáculos sangrentos no Coliseu, o público, nas arquibancadas, urrava de prazer.
Nos dias atuais, o ser humano adquiriu um aspecto mais suave, uma leve camada de verniz, um disfarce para encobrir sentimentos perversos. Mas estes estão ali, disfarçados, latentes. Fala-se muito em amor ao próximo. Mas a perseguição ao fraco, àquele que fica quieto no seu canto, àquele que parece incapaz de reagir com violência, é fato corriqueiro, visto muito nas escolas e de resto (Como assim?), pelo mundo afora, por onde existir mais de duas pessoas. Desnecessário é dizer que o bullying é isso ou aquilo. Todos sabem o que significa: ataques covardes, às vezes simulando brincadeiras, outras, (Sem vírgula) procurando mesmo intimidar, e que devido a repetição deixam sequelas que o tempo ameniza, mas não cura.
Acabar com o bullying é trabalho que levaria o fabuloso Hércules ao desespero. Entretanto, porque não empreender uma campanha com este objetivo em todo o país ? Campanhas educativas bem elaboradas pelo governo federal e lançadas na televisão, nos meios de transporte, em filmes, em revistas, no rádio, no teatro. (Vírgula) Criando até mesmo um personagem infantil, (Sem vírgula) no estilo dos heróis das revistas em quadrinhos do século XX. Educado, estudioso, leal e corajoso. As escolas também fariam o seu papel. Não aceitariam o bullying em suas dependências e fariam um trabalho de conscientização contínuo (Que trabalho seria esse?). O “valentão” e o “cômico” do tipo que gosta de depreciar e humilhar os mais fracos, (Sem vírgula) seriam vistos como covardes cujo exemplo não deveria ser seguido.
Os pais teriam maior preocupação com a educação dos filhos, preparando-os (De que maneira?) para serem melhores como pessoas. E isso iria fazer com que não cometessem atos dessa natureza (Vírgula) e nem aceitassem encolhidos como um caracol, ataques injustificados de ninguém. Respeitar e ser respeitado. Respeitar e exigir respeito. Usariam como lema para refletir e seguir, a frase do filósofo Nietzsche: “Maldizei todos os demônios covardes dentro de vós que gostariam de gemer, juntar as mãos e rezar.”
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
400
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |