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O bullying e o cyberbullying são problemas que precisam ser combatidos de forma sistemática. Por vezes o uso indiscriminado de tais(Quais?) palavras e os problemas decorrentes dessas práticas passam despercebidoas. Como resultado, os indivíduos passivos de tais ações apresentam problemas psicológicos gravíssimos, (Sem vírgula) que podem comprometer o convívio em sociedade.
Em tempos de intolerância e deturpação de valores (Quais valores?), é necessário atentar que ameaças, insultos, apelidos pejorativos e intimidações acarretam problemas como: baixa autoestima, isolamento social, problemas alimentares e nos piores casos até mesmo a morte. Uma linha tênue separa brincadeiras e apelidos do bullying, (Ponto final) brincadeiras são saudáveis uma vez que divertem e estimula a imaginação, (Ponto final) no entanto quando fere a autoestima, a honra e subjugam outrem, daí configura-se na prática de um crime.(Problema de coesão e coerência. Reformule)
No mundo virtual, práticas como o cyberbullying aumentam a cada dia de forma assombrosa, tendo em visto que, (Sem vírgula) nem mesmo a aprovação de Leis como a que institui O Dia Nacional de Combate ao Bullying na Escola ou o Programa de Combate a Intimidação Sistemática, dentre outros, tem se mostrado eficiente na repressão dessa prática, já que os usuários se valem de perfis falsos, além de sustentarem a “idéia” do anonimato para realizar atos que vão do cyberbullying até ao racismo, injúria, práticas homofóbicas e outras que incitam qualquer tipo de ódio.
É indiscutível que o respeito às diferenças é cada vez mais um desafio, (Ponto final) nesse contexto, urge a tomada de medidas que visem mitigar a prática do bullying e cyberbullying. Para tanto (Vírgula) é imprescindível que as famílias, a sociedade e as escolas eduquem com o objetivo de desenvolver a empatia, a inclusão, e a aceitação de todas as raças, gêneros e religiões. Além de um maior apoio do Estado a ONG's e a projetos de iniciativa privada, como também a criação de leis que reprima de forma significativa essas práticas. E só assim teremos uma sociedade mais saudável, consciente e inclusiva.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
100 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
100 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
100 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
50 |
Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
50 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
400
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |